Governo Bolsonaro quer criar imposto sobre pagamentos digitais

 A nova proposta do governo no âmbito da reforma tributária, que prevê a criação de um novo imposto, deve ser apresentada a líderes do Congresso no início da próxima semana. O texto está sendo fechado pelo ministério da Economia.

A ideia da pasta é criar um novo imposto sobre pagamentos digitais, nos moldes da extinta CPMF, para bancar a desoneração da folha de pagamentos para todos os setores para salários de até dois mínimos. Hoje 17 setores são desonerados para todas as faixas salarias, benefício que irá acabar em final de 2020 ou 2021, dependendo de votação no Congresso. A desoneração ampla pode reduzir em até R$ 100 bilhões a arrecadação do governo, e esse valor terá que ser compensado com a criação do novo imposto, que todos os brasileiros que fizerem transações digitais irão pagar. 

Uma das propostas que estão na mesa prevê que o novo imposto tenha alíquota de 0,2% para transações digitais por um período de seis anos, atrelado à desoneração da folha para os salários de até dois mínimos no mesmo período. Ainda não está claro se o imposto irá incidir sobre todas as transações bancárias, hoje digitais, ou se apenas compras pela internet. 

A expectativa é que, finalizada no Ministério da Economia, a proposta chegue ao Palácio do Planalto entre hoje (24) e amanhã cedo (25). 

18 comentários:

Anônimo disse...

Somos liberais, somos contra o aumento de impostos e da carga tributária, kkkkkk.

Anônimo disse...

Faltando no mercado arroz, sal , feijão, aveia, óleo de soja,
A Venezuela é aqui!!!!

Anônimo disse...

Lá se foi o PIX.....Dão com uma mão e tiram com a outra, se é que os 'pobres' bancões não vai taxar também.

Host disse...

É impossível aguentar os políticos. Gestão baseada em aumento de impostos é símbolo de incompetência. O povo sempre é o que sofre. Mordomias em todos os níveis políticos ninguém toca. Este ano vou continuar não votando pois nada muda, sempre os mesmos que continuam lá ou não deixam os políticos sérios trabalhar em favor da população.

Anônimo disse...

Paulo Guedes está sabotando o Bolsonaro!

Anônimo disse...

Polibio;
Muda só o nome:
É a velha CPMF de volta!
Logo após (ou concomitante) com uma pandemia que derrubou a economia, tirou empregos, fechou empresas....
Bem agora, a volta de um imposto cruel; escalonado que atingirá a TODOS!
Eis nossa igualdade: somos todos uns otários espoliados por uma casta riquíssima em Brasília!

Anônimo disse...

É o governo precisando de mais dinheiro para enfiar no Bolso do CENTRÃO!
Sai de onde???
Dos pobres de sempre!

Anônimo disse...

Bolsonaro falou que não iria criar mais impostos, pelo jeito quebrou a promessa de campanha, não há mais espaço para tanto imposto.

Anônimo disse...

PQP!

Anônimo disse...

Ninguém aguenta mais, falar em IMPOSTO. O Governo dá um tiro no pé com isso.
GUEDES, VAI TAXAR OS BANCOS, QUE TEM LUCROS BILHONARÁRIOS.

Unknown disse...

Novo imposto? Mais do mesmo. Chega! Vai governo,vem governo e todos aumento de impostos.

Emmanuel disse...

Não seria melhor acabar com o ICMS?
Ahhhh .... seria, sim!

Anônimo disse...

DEsoneração da folha de pagamento é algo necessário. Hoje um empregado custa em torno de 85% a mais sobre seu salário nominal. Ou seja se o empregado ganha 2.000, custa quase 400O ao empregador. Isso se o empregado não der prejuízo. É por isso que tem tantos trabalhadores no setor informal mas que sobrecarregam todos os serviços públicos. Ou seja, 50% tem que pagar pelos outros 50% que não pagam nada. É um absurdo!
O que o governo não taxa ao empregado e ao empregador retorna ao governo pelo aumento da oferta de emmpregos, número de empregados e aumento dos salários uma vez que o empregador tem mais margem para aumentar salários.
O governo mostra que não quer perder arrecadação e deixar tudo como está. Só os chineses vão adorar!

Joel Robinson disse...

Cara de pau do Mourão: os satélites agora são todos comunistas:

https://g1.globo.com/natureza/noticia/2020/09/24/mourao-diz-que-satelite-aponta-pedra-como-foco-de-calor-especialista-do-inpe-diz-que-sistema-de-queimadas-elimina-erros.ghtml

Anônimo disse...

Baixar custos no governo é um dever do Gestor da coisa pública. Seria necessário esse exército de Secretários e Assessores em Brasília? A Câmara de Deputados tem 511 Deputados e 11 mil Assessores. No Senado tem 81 Senadores e 3017 Funcionários Públicos, sem contar os Assessores. No STF nem sabemos o número de Assessores. Haja Impostos para sustentar toda essa gente. E pior que com tantos profissionais auxiliando o Congresso e STF, quebraram o Brasil de Norte a Sul. Cortar o número de Assessores do Congresso urgente.

Anônimo disse...

Se não corrigir o IR para quem gamha mais de dois minimos, adeus reeleição. O Bolso qie se cuide com medidas impooulares e arrocho para assalariado . A esquerda q votou nele muda paraMoro ou outro poste

Anônimo disse...

O SUL É O NOSSO PAÍS!

Anônimo disse...



É uma CPMF disfarçada... tipo reforma tributária, felizmente "bombardeada no RS". Guedes não desiste...