Santander reúne 1.103 reitores de 33 Países no Brasil e anuncia aplicação de 700 milhões de euros para melhorar o ensino superior

Por conta de uma análise e de projeções sobre a economia sob o governo Dilma, cujos resultados repeliu e censurou, o governo federal boicotou a realização da Universia, patrocinadora do III Encontro Internacional de Reitores da Universia, do qual participaram 1.103 reitores de 33 países. O Santander informou esta tarde ao editor que a "Carta Universitária do Rio 2014", divulgada hoje, reúne o compromisso de todas as instituições presentes para melhorar, modernizar e internacionalizar a educação superior. O próximo Encontro Internacional de Reitores será realizado na cidade espanhola de Salamanca, em 2018. Leia o maerial enviado pelo banco ao editor:

Río de Janeiro, 29 de julho de 2014.- Encerra-se, hoje, o III Encontro Internacional de Reitores da Universia 2014, depois de dois dias de intensos debates sobre 10 temas fundamentais para o mundo da Educação Superior na América Ibérica. 1103 universidades, de 33 países, participaram deste acontecimento, que se encerra com um compromisso institucional das Universidades presentes concretizado na Carta Universitária Rio 2014. O presidente da Universia, Emilio Botín, agradeceu o esforço e colaboração de todos os que participaram da preparação, desenvolvimento e conclusões do III Encontro, que classificou como "histórico".

Este acontecimento contou com a participação de 1.103 reitores, mais de 2.000 contribuições de especialistas acadêmicos através de redes sociais, uma grande variedade de temas tratados e palestrantes de diferentes países, mais de 100.000 universitários participantes na geração de conteúdos e um amplo emprego de tecnologia.

Por essas razões, Emilio Botín destacou seis temas surgidos nos debates e que são prioritários para o futuro da Universidade;

CLIQUE AQUI para conhecer os seis temas.

3 comentários:

Anônimo disse...

Eu já encerrei a minha conta no Santander, é o banco que cobra o juro mais alto.

Anônimo disse...

Santander: banco que dá prejuízo a acionistas pode ser bom conselheiro?

O banco Santander do Brasil abriu seu capital ao público na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) em outubro de 2009, a R$ 23,50 cada ação. Menos de cinco anos depois, a matriz espanhola do banco fez, em 29 de abril de 2014, uma oferta pública para os acionistas minoritários – que detêm cerca 25% dos papéis do Santander do Brasil negociados na Bovespa – trocarem suas ações pelas ações da matriz do grupo espanhol, ao valor de R$ 15,31.

(...) Um prejuízo de 34,85% entre uma operação e outra....

Anônimo disse...

Editor, estou do seu lado, mas tudo tem limite.

Em que momento da sua reportagem você explica "o governo federal boicotou a realização da Universia"?