Perito já apurou desordem na prestação de contas do 26° Natal Luz. O administrador do evento de R$ 18 milhões sumiu de Gramado.

No ano passado, dois promotores de Gramado, RS, Max Guazzeli e Antonio Képes, com a chancela da juíza local, Aline Eckert, estatizaram o Natal Luz, maior evento do gênero no mundo, e abriram processo contra os 32 empreendedores que durante anos e anos ergueram uma promoção gigantesca, que fatura R$ 18 milhões por ano, tudo a partir de uma procissão paroquial.

. Os promotores e a juíza partiram da tese de que o Natal Luz é um evento público e que os empreendedores privados apropriaram-se da promoção e com isto auferiram “altíssimos” e indevidos lucros.

. A tese é horrorosa, mas o Natal Luz foi estatizado e um administrador judicial, Rubens Oliveira, o dr. Rubinho, foi nomeado por indicação dos promotores. Todos prometeram lucros de R$ 5 milhões por ano, que “voltaria para os bolsos do povo”.

. A festa saiu, mas na hora da prestação de contas, aprovada em 48 horas pelos promotores e pela juíza, o dr. Rubinho sumiu de Gramado. Ele adoeceu e foi descoberto pelo editor no quarto 250 da Santa Casa de Gramado.

. Uma CPI foi instalada pela Câmara de Vereadores, o Tribunal de Justiça já excluiu 1/3 dos réus e vai acabar extinguindo os imprestáveis processos. Câmara e pelo menos um advogado dos réus, Amadeu Weinmann, contrataram peritos contábeis para examinar a prestação de contas.

. É tudo uma desordem só e acusa despesas sem comprovação que superam a casa dos R$ 4 milhões – pelo menos.

. O perito judicial Rogério Steigleder analisou 8.500 folhas de papel, assim descrita por ele: “ Uma desordem apresentada de forma aleatória, desconexa e imprestável para uma prestação judicial de contas”. Faltaram documentos comprovatórios, o contador não assinou nada, nenhuma conta foi aprovada pelo Conselho Gestor, notas estão sem data, com histórico errado, apresentadas em duplicata, extratos bancários irregulares e contas absolutamente desconexas.

. Existe até o lançamento do pagamento de R$ 100 mil para “Patrocínio da 22ª. Festa da Colônia”, como se coubesse ao evento Natal Luz patrocinar outro evento. Ainda asism, só há recibo da entrega de R$ 30 mil.

. É caso de Polícia.

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6 comentários:

Anônimo disse...

Devem ser responsabilizados tambem os paladinos da Justiça"Juiza e os 2 promotores

Anônimo disse...

E os promotores de justiça serão exonerados ou demitidos? Uma palhaçada dessas tem preço alto e não é possível o MPE deixar 2 pseudos promotores mancharem a imagem da instutuição!

Anônimo disse...

Cada vez fede mais essa onça, é por uma dessas que governo não deve se meter a administrar, se gerenciar uma carrocinha de cachorro quente quebra. edus

Anônimo disse...

E os anos anteriores, não vão olhar, por quê?

Anônimo disse...

“ Uma desordem apresentada de forma aleatória, desconexa e imprestável para uma prestação judicial de contas”. Faltaram documentos comprovatórios, o contador não assinou nada, nenhuma conta foi aprovada pelo Conselho Gestor, notas estão sem data, com histórico errado, apresentadas em duplicata, extratos bancários irregulares e contas absolutamente desconexas.

Pergunto: como uma juíza pode considerar aprovada esta prestação de contas à toque de caixa???
Onde está a Corregedoria do PJ para colocar ordem no galinheiro???

Anônimo disse...

Ah se a Eliana Calmon resolver comer fondue em Gramado ela ira se apavorar com o que o MPE e o Judiciario local fizeram com os eventos comunitarios de sucesso em Gramado.
Expurgaram os criadores do Natal Luz, difamaram Gramado, colocaram compadres pra ganhar caches milionarios no lugar da comunidade e deixaram o evento afundado no caos, cheios de dividas, alem do administrador ter fugido de Gramado sem prestar contas na Camara de Vereadores. E a cada dia que passa a CPI aberta pelos vereadores descobre mais e mais falcatruas ocorridas na `administracao judicial` que estatizou o maior evento de natal do planeta. Agora segurem Antonio Kepes, Max Guazeli e Adrio Gelati, que a bomba vai estourar no colo do MPE...e os estilhacos no judiciario gramadense!

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