Miruna, a filha, ainda acha que Zé Odebrecht Genoíno é "herói do povo brasileiro"
A filha de Zé Genoíno, fundador do PT, hóspede do Mensalão, mão conta nada sobre as propinas recebidas pelo pai (leia a seguir) no seu livro Felicidade Fechada, de Miruna Genoino. Publicada por meio de financiamento coletivo, a obra traz uma narrativa
pessoal da filha do ex-deputado José Genoino, falando sobre a trajetória
política do pai e as relações da família desde as acusações, a partir de 2005,
que resultaram na prisão do militante, e sua liberdade, obtida em 2014.
Com 240 páginas, o livro traz imagens "políticas e
poéticas".
"Durante o período da decretação da prisão de José
Genoino, em 2014, Rioco Kayano, companheiro de José Genoino, tivera a ideia de
bordar num grande tecido o pássaro Fênix – aquele que renasce das cinzas – com
a frase do poeta Mário Quintana: 'Todos os que estão a atravancar o meu
caminho, eles passarão, eu passarinho', citada na carta de renúncia de Genoino
ao cargo de assessor do Ministério da Defesa. Homens, mulheres, crianças,
idosos, militantes, amigos, pessoas públicas, juntaram-se, na ocasião, bordando
pássaros coloridos numa alusão à luta pela liberdade na trajetória política da
família", diz o texto de apresentação do livro.
Cartas
O livro traz a correspondência trocada entre Miruna e o
pai. Foram mais de 100 cartas, no período que vai de 3 de maio a 11 de agosto
de 2014, quando Genoino deixa um curto período de prisão domiciliar e retorna
ao presídio da Papuda, no Distrito Federal.
José Genoíno, outro "herói do povo brasileiro", mesmo condenado no Mensalão, levou propina da Odebrecht
Herói ou poltrão?
O ex-presidente do PT e condenado no processo do mensalão
José Genoino foi citado pelo ex-diretor da Odebrecht Alexandrino de Alencar e
pelo ex-superintendente da empreiteira Carlos Armando Paschoal em delações
premiadas acordadas com o Ministério Público. Segundo Alexandrino de Alencar,
depois do processo do mensalão, Genoino começou a ter problemas financeiros e,
por isso, a Odebrecht fez intervenções diretas para ajudá-lo.
— Depois que aconteceu o mensalão, visitei o José
Genoino. Uma das vezes que eu o procurei, vi que ele estava em sérias
dificuldades financeiras, e isso me impactou, até pela relação que tinha ao
grupo. Sendo que procurei o Emílio Odebrecht e disse "Zé Genoino está em
dificuldades". "Então vamos ajudá-lo com alguns
recursos" (teria respondido Emílio). E eu fiz isso pessoalmente. Em
quatro operações no valor de R$ 15 mil, com codinome Natal — contou
Alexandrino.
Genoino também disputou as eleições de 2010 ao cargo de
deputado federal pelo PT, mas não venceu. E, segundo o delator Carlos Armando
Paschoal, o petista foi o único candidato não eleito que, naquele ano, depois
de feitas as doações para sua campanha ao Congresso, voltou a procurar os
executivos da empreiteira para agradecer as doações.
Procurado pela reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, Genoino disse que não vai
comentar o relato dos delatores, pois trata-se de "mentira".
Plano de Recuperação Fiscal dos Estados será votado amanhã
O deputado Darcisio Perondi, vice-líder do governo na Câmara, disse hoje ao editor que a votação do Plano de Recuperação Fiscal dos Estados será votado entre terça e quarta-feiras.
Luciana Genro levou quatro anos para delatar assédio da Odebrecht.
Luciana Genro levou quatro anos para delatar o assédio feito por Alexandrino Alencar sobre ela, durante o qual tentou trocar apoio financeiro ao cursinho Emancipa-RS por "favores" de Luciana Genro junto ao pai, o então governador Tarso Genro.
E só falou porque a Odebrecht delatou-a.
Leia nota que ZH de hoje publicou sobre o caso e que deixa Luciana Genro muito mal na história:
A ex-deputada divulgou e-mails trocados com Alexandrino
de Alencar em 2013. No dia 14 de novembro, ela pergunta sobre a continuidade da
parceria para o Emancipa, o seu curso pré-vestibular para alunos carentes.
Alexandrino responde no dia 18: “A turma da DS não deixa
o pessoal da Foz desenvolver um belo trabalho no RS.”. Vou à luta. Vamos marcar
um jantar de final de ano aí para ver o que podemos fazer. Minha esperança é a
RS-010. Estarei indo para a China com seu pai, na volta falamos.
Luciana retruca no dia 19: “Sei que sabes, mas nunca é
demais repetir, que eu não trato destes assuntos com o meu pai, e, se tratasse
não seria favorável aos interesses da Odebrecht”. Por isso, diante da condição
que colocas, entendo, que o melhor é encerrarmos a parceria.
Em nome do Psol
O MBL denuncia a líder psólica.
Pedro Novis, ex-presidente da Odebrecht, disse à PGR que
nas campanhas de 2006 e 2010 passou dinheiro ilegalmente para vários candidatos
do Rio Grande do Sul.
A lista tem o nome de Luciana Genro, mas inclui também outras figuras públicas gaúchas, como o ex-governador Germano Rigotto.
A líder do Psol tentou defender-se no Facebook (leia abaixo), mas ao fazê-lo, apenas revelou a existência de relações pessoais e financeiras que manteve com o delator Alexandrino Aleencar.
CLIQUE AQUI pra ler a reportagem do Valor.
Grandes grupos empresariais, inclusive Odebrecht, financiam cursinho de Luciana Genro
Ela batalhou por cinco cotas de financiamento com empresas gaúchas, que renderão ao empreendimento ao menos R$ 500 mil por ano
Na defesa do seu cursinho pré-vestibular Emancipa RS, Luciana Genro processou a revista Veja, mas perdeu na decisão da 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio
Grande do Sul, que manteve a sentença que julgou improcedente a ação indenizatória, tudo por conta da reportagem “Em nome do pai”, de Otávio
Cabral, publicada em março de 2011.
A reportagem diz que
Luciana se valeu da influência do pai, governador Tarso Genro, para conseguir o
patrocínio de um projeto de ensino que, em última análise, teria fins
eleitoreiros. O texto diz que Luciana,
então desempregada, se valeu da influência do pai, Tarso Genro (PT), governador
do Rio Grande do Sul, para viabilizar o seu projeto empresarial. É que o
financiador do cursinho vem a ser uma seguradora que tem contrato exclusivo com
o Banrisul, o banco estatal subordinado ao governador.
Uma das cotas é da seguradora Icatu, que detingha o monopólio de
todos os seguros vendidos pelo Banrisul, mas também a Braskem’, registra a reportagem, assinada pelo
jornalista Otávio Cabral
Clique aqui para ler o acórdão.
Clique aqui para ler a sentença.
Artigo, Ricardo Noblat, O Globo - Primeiramente, fora Lula!
Nada é mais prioritário para lavar a honra nacional.
Lula viveu de obséquios. Vive. O dinheiro não o atrai. A rotina da política, tampouco. O conforto e as facilidades, sim. Terceiriza a missão de obtê-las
Quem foi Marcelo Odebrecht ? O mandachuva do país durante o reinado do PT? O chefe de uma sofisticada organização criminosa? Ou o “bobo da corte” afinal preso e forçado a delatar?
E Lula, quem foi ? O primeiro operário a chegar ao poder ? O maior líder popular da História ? Ou o presidente que fez da corrupção uma política de Estado ?
Marcelo será esquecido. Luiz Inácio Odebrecht da Silva, jamais.
CLIQUE AQUI para ler tudo.
Luciana Genro conta como eram as ligações perigosas que mantinha com o delator Alexandrino Alencar
Lu de punhos cerrados na Praça da Revolução, Cuba. Nesta viagem, Alexandrino não foi junto.
Alexandrino Aklencar dava dinheiro da Braskem para o cursinho pré-vestibular presidido por Luciana, a franquia Emancipa, denunciada anteriormente pelo editor pelaocupação ilegal de espaços públicos nos colégios estaduais Júlio de Castilhos e Ernesto Dornelles.
Citada de passagem na delação de Pedro Novis, ex-deputada
Luciana Genro (PSOL) reagiu com um vídeo no Facebook. No vídeo, ela diz que jamais recebeu recursos de caixa 1
ou de caixa 2 da Odebrecht para campanhas eleitorais.
A nota de Rosane:
A ex-deputada divulgou e-mails trocados com Alexandrino
de Alencar em 2013. No dia 14 de novembro, ela pergunta sobre a continuidade da
parceria para o Emancipa, o seu curso pré-vestibular para alunos carentes.
Alexandrino responde no dia 18: “A turma da DS não deixa
o pessoal da Foz desenvolver um belo trabalho no RS.”. Vou à luta. Vamos marcar
um jantar de final de ano aí para ver o que podemos fazer. Minha esperança é a
RS-010. Estarei indo para a China com seu pai, na volta falamos.
Luciana retruca no dia 19: “Sei que sabes, mas nunca é
demais repetir, que eu não trato destes assuntos com o meu pai, e, se tratasse
não seria favorável aos interesses da Odebrecht”. Por isso, diante da condição
que colocas, entendo, que o melhor é encerrarmos a parceria.
DS é a fraçãotrotskista do PT, a Democracia Socialista, Foz era o nome da Odebrecht Ambiental, que recém tinha abiscoitado a concessão de saneamentio de Uruguaiana, RS-010 era a rodovia estaduakl que a Odebrecht queria que Tarso concedesse e o pai deLuciana, como se sabe, era o governador Tarso Genro.
E ?
Temer admite saída imediata de ministros sob investigação
O presidente Michel Temer admite que "alguns ministros"poderão deixar os cargos.
Palocci negocia delação premiada. Se fizer isto, Lula ficará sem lugar seguro no globo terrestre.
São cada vez mais insistentes os rumores de que o ex-ministro Antonio Palocci poderá acertar um acordo de delação premiada no âmbito da Lava Jato.
Palocci enriqueceu brutalmente dentro e fora do governo.
E encheu os cofres do PT.
MO revelou que o ex-ministro era quem lhe pedia dinheiro sujo em nome de Lula.
Ao contrário de José Dirceu, Palocci não é nenhum cão fiel, mas, sim, um cão farejador e oportunista.
Sua delação teria efeitos catastróficos para Lula, Dilma e o PT.
Governo brasileiro agiliza regularização de refugiados da Venezuela
A regularização dos migrantes venezuelanos que estão
entrando no Brasil sem documentação tem sido a principal frente de atuação do ministério do Trabalho em Pacaraima, município de Roraima localizado na
fronteira com a Venezuela.
O ministro Ronaldo Nogueuira mandou dizer ao editor que até fevereiro deste ano, a Polícia Federal tinha
recebido 3,5 mil solicitações de refúgio e feito 4 mil agendamentos para
solicitações futuras até outubro. Calcula-se que esse número seja muito
maior, pois a fronteira tem 90 quilômetros de extensão, a maior parte em
território indígena, e há registros diários de entrada e saída de migrantes do
país vizinho.
Calçadistas vão a Padilha para manter desoneração da Folha
O setor calçadista brasileiro vai amanhã a Padilha para se queixar.
O editor conversou com industriais e exportadores gas´puchos de calçados, que estão inconformados com a reoneração da Folha do setor, alegando que o governo Dilma Roussef só implementou o benefício depois que a indústria calçadista comprovou avanços nas exportações e na ampliação de postos de trabalho.
"Fomos piloto desse tipo de política, junto com o ramo de confecções, mas agora somos penalizados", disse ao editor o diretor da Bibi Calçados, Rosnei Alfredo da Silva.
Depois dos dois ramos, 600 outros entraram na lista, que virou uma gandalha só.
Os calçadistas também reclamarão da política cambial, jáque o dólar a R$ 3,10, irreal, prejudica as exportações. Os industriais querem dólar a R$ 3,40.
O editor conversou com industriais e exportadores gas´puchos de calçados, que estão inconformados com a reoneração da Folha do setor, alegando que o governo Dilma Roussef só implementou o benefício depois que a indústria calçadista comprovou avanços nas exportações e na ampliação de postos de trabalho.
"Fomos piloto desse tipo de política, junto com o ramo de confecções, mas agora somos penalizados", disse ao editor o diretor da Bibi Calçados, Rosnei Alfredo da Silva.
Depois dos dois ramos, 600 outros entraram na lista, que virou uma gandalha só.
Os calçadistas também reclamarão da política cambial, jáque o dólar a R$ 3,10, irreal, prejudica as exportações. Os industriais querem dólar a R$ 3,40.
Prévia do PIB demonstra avanço de 1,3% em fevereiro sobre janeiro
O nível de atividade da economia brasileira registrou alta
de 1,31% em fevereiro deste ano na comparação com o mês anterior.
A chamada
"prévia do PIB", consolidada no Índice de Atividade Econômica do
Banco Central (IBC-Br), foi divulgada nesta segunda-feira pelo Banco
Central.
Onyx já está no STF para encaminhar defesa antecipada no caso da Lista da Odebrecht
Onyx está furioso com a inclusão do seu nome entre os beneficiados pela Odebrecht no caso de Caixa 2 (R$ 175 mil para campanha de 2006).
Ele decidiu antecipar sua defesa e abrir sigilos fiscal, bancário e postal de tantos anos quanto seja necessário para a elucidação do caso.
Onyx foi apelidado de "inimigo" na planilha da Odebrecht.
CLIQUE AQUI para saber tudo sobre o caso.
Zaffari Hípica, Porto Alegre, abre nove novas operações em abril
O Zaffari Hípica, empreendimento inaugurado na Zona Sul
de Porto Alegre no início do ano, inicia o mês de abril com novidades no mall
que cerca o supermercado Zaffari. CVC Turismo, Planeta Surf (roupas e
acessórios esportivos), Blanca, Atmosfera e Patchwork (todas de vestuário
feminino), unem-se às unidades da Panvel e da lavanderia Chuá, já em
funcionamento desde a abertura do Zaffari Hípica.
Até o final do mês, outras lojas também ocuparão seus
espaços no mall do empreendimento, incluindo duas opções gastronômicas: o
restaurante Bella Gula e o fast food de sanduíches Subway. Além disso, serão
inauguradas, ainda em abril, a loja de bijuterias e acessórios Manôa e uma
unidade da rede O Boticário.
Reforma do secretariado gaúcho só sairá depois dos ajustes fiscais federal e estadual
Os deputados da base aliada de Sartori estão convencidos de que qualquer reforma do secretariado sairá só depois da aprovação das propostas federal e estadual de ajustes fiscais.
Não existem articulações conduzidas pelo governo estadual sobre o assunto, mas apenas desejos e especulações.
Não existem articulações conduzidas pelo governo estadual sobre o assunto, mas apenas desejos e especulações.
Wortmann cotada para lugar de Alcobra de Freitas na Educação do RS
Caso o secretário da Educação Luís Antônio Alcoba de Freitas, indicado na quota do PDT, decida sair junto com os 200 CCs e outros dirigentes trabalhistas que ainda estão no governo Sartori, já há um nome escalado para ocupar imediatamente a vaga.
Trata-se de Iara Wortmann, que já ocupou o cargo anteriormente.
Contribuição sindical é herança fascista
O deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), relator da reforma
trabalhista, afirmou nesta segunda-feira, em evento em São Paulo que a
contribuição sindical é uma herança fascista, pois faz parte dos pontos que
falam do direito sindical da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) que foram
inspirados nas normas do italiano Benito Mussolini.
"Essa é uma herança fascista que já dura 70 anos.
Estamos propondo que a contribuição sindical passe a ser opcional",
afirmou Marinho, durante palestra na Câmara Americana de Comércio (Amcham) para
falar dos principais pontos da reforma trabalhista. "É um anacronismo
absoluto", completou.
O pagamento da contribuição sindical é obrigatório e vale
tanto para os funcionários sindicalizados quanto para aqueles que não são
associados a sindicatos. A contribuição movimenta cerca de R$ 3,6 bilhões por
ano.
OAB quer força-tarefa para acelerar processos da Lava Jato no STF
A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) pediu nesta
segunda-feira à presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen
Lúcia, a instalação imediata de uma força-tarefa para agilizar a fase de coleta
de provas dos processos relacionados à Operação Lava Jato.
Ao fazer referência ao Regime Interno do STF, a OAB pede a
convocação de mais juízes auxiliares, "para que a Justiça se concretize
para uma nação à espera da redenção".
O pedido foi formalizado depois de o ministro Edson Fachin,
relator da Operação Lava Jato no STF, autorizar a abertura de 74 inquéritos a
partir de informações colhidas em depoimentos de 78 executivos e ex-executivos
da Odebrecht.
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