A taxa de desocupação do país no primeiro trimestre de 2026 foi de 6,1%, alta de 1,0 ponto percentual em relação ao quarto trimestre de 2025 (5,1%) e recuo de 0,9 ponto percentual. ante o primeiro trimestre de 2025 (7,0%).
Frente ao trimestre imediatamente anterior, a taxa de desocupação aumentou em 15 unidades da federação: Ceará (2,3 p.p.), Acre (1,8 p.p.), Tocantins (1,6 p.p.), Mato Grosso do Sul (1,4 p.p.), Paraíba (1,3 p.p.), Maranhão (1,3 p.p.) São Paulo (1,3 p.p.) Alagoas (1,2 p.p.), Bahia (1,2 p.p.), Pará (1,2 p.p.), Goiás (1,2 p.p.), Minas Gerais (1,2 p.p.), Rondônia (1,1 p.p.), Espírito Santo (0,8 p.p.) e Santa Catarina (0,5 p.p.). As demais ficaram estáveis. As maiores taxas de desocupação foram no Amapá (10,0%), Alagoas (9,2%), Bahia (9,2%), Pernambuco (9,2%) e Piauí (8,9%); as menores foram em Santa Catarina (2,7%), Mato Grosso (3,1%), Espírito Santo (3,2%), Paraná (3,5%) e Rondônia (3,7%).
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4 comentários:
Então o número de pessoas no bolsa família dever ter aumentado. São grandezas inversamente proporcionais.
TAÍ, OS EMPRESÁRIOS QUEREM PRODUZIR, TRABALHAR, PAGAR IMPOSTOS, MAS O MALDITO GOVERNO DO PARTIDO DOS TRABALHADORES EXTINGUIU OS TRABALHADORES. PRONTO, FIZERAM O "L" E AGORA VIRAMOS UMA VENEZUELA.
Ler no site do IBGE é pedir pra ser enganado. Alguém acredita nisso.
Aratacas em destaque.
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