O autor é ex-deputado federal e atual presidente da ACEBRA
A proposta de renegociação das dívidas rurais apresentada pelo governo parte de um diagnóstico incompleto — e, por isso mesmo, perigoso.
Fala-se em cerca de R$ 81,7 bilhões, envolvendo pouco mais de 100 mil operações. À primeira vista, parece um volume relevante. Mas basta olhar com mais atenção para perceber que esse número está muito distante da realidade total do endividamento no campo.
No Rio Grande do Sul, o cenário é ainda mais grave: mais de 30% da carteira nessa condição, o maior percentual do país.
Diante disso, a proposta do governo parece tratar apenas uma parte do problema. E talvez nem a mais crítica.
CLIQUE AQUI para saber mais.

Um comentário:
O quadro é de fato alarmante.
O atual nomeado tem projeto de poder, não de governo.
A base da sobrevivência dos brasileiros, a base do progresso nacional, a base da economia, a base do nosso poder, tudo em processo de destruição.
O ser humano depende de alimentos. Desde a Bíblia até o sanguinário Stalin, a administração sobre alimentação é crítica. Que estará armando a turma nomeada? Um holodomor? Gerar a fome pela quebradeira do agro e entregar tudo ao dragão?
Pelo andar da carruagem a coisa já se movimenta?
Postar um comentário