Decisão de Mendonça sobre prorrogação da CPMI do INSS vai ao Pleno. Ali há risco de reforma.

Pela decisão liminar, o presidente do Congresso, David Alcolumbre, terá que fazer a leitura do pedido de prorrogação até o dia 28.

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou ao plenário virtual da Corte o referendo de sua decisão que determinou a prorrogação dos trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS.  

A sessão para análise do caso foi marcada para o dia 3 de abril, mas nessa data a CPMI já terá sido prorrogada. 

Há risco de que a decisão de Mendonça seja revogada. Dos 10 ministros, pelo menos a metade votará contra, no caso Moraes, Dias Toffoli, Zamin, Gilmar Mendes e Flávio Dino, mas há dúvidas quanto a Fachin, Cármem Lúcia e Kássio Nunes Marques. Votos certamente favoráveis à prorrogação serão de Fux e do próprio Mendonça. 

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