Abriu, ontem, a fábrica do setor calçadista no Presídio Estadual de Sarandi, RS. A inicitiva foi do governo estadual. O empreendimento são da empresa Beira Rio e do atelier de costura Maeve. 50 presos passaram a trabalhar ali. A Beira Rio começou a utilizar a mão de obra prisional há três anos. Desde então, já montou nove linhas de produção, contando com a inaugurada nesta sexta-feira, em Sarandi.
O espaço tem capacidade para até 50 pessoas privadas de liberdade do regime fechado trabalharem — oito já estão atuando —, ampliando as oportunidades de qualificação profissional e de atividade laboral no sistema prisional.
O governo alega, com razão, que o trabalho é uma das alternativas concretas para a reintegração social dos apenados.
Os apenados trabalhadores recebem os benefícios previstos em lei — como remuneração de até 75% do salário-mínimo e remição de pena.
3 comentários:
Pelo menos assim ajudam a pagar a estádia que varia de 40 mil a 60 mil reais por ano.
Os mimosos dos presídio federais custam isso.por mês.
Se um preso comum custa isso, quanto está custando o Bolsonaro com todas as mordomias disponíveis?
Coloca uma na papudinha para ver aquela vagabundagem trabalhar pelo menos uma vez na vida
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