Artigo, Fernando Schüler, Estadão - O jornalista, o pastor e o presidente

"Recebi a denúncia, apurei, confirmei a veracidade e publiquei", diz Luís Pablo Conceição, o jornalista do Maranhão que teve a Polícia Federal na sua casa, por ordem de nossa Suprema Corte, por uma matéria sobre o uso de um carro oficial, por parte de um ministro. O carro é uma Toyota SW4, e a história é conhecida. Havia imagens do ministro e familiares na praia, usando o veículo, e o Luís Pablo foi lá investigar. Fosse o Brasil uma democracia fundada em direitos, do tipo que desenhamos na Constituição, quem sabe o caso rendesse uma nota explicativa, por parte do Supremo. E talvez mais rigor no uso de carros oficiais. E assunto encerrado. Mas não é o caso. Por estes dias, a Polícia Federal apareceu na casa do Pablo, às 6h da manhã, levou seu celular e seu computador. Seu sigilo de fonte virou poeira, se é que uma coisa dessas faça muito sentido no Brasil de hoje.

Não importa muito se Luís Pablo é um bom ou mau jornalista, ou um mero "blogueiro", como diz um pedaço da imprensa. O fato é que atuou como jornalista, neste caso. Pela lógica de nossa Suprema Corte, ele não poderia ter investigado o uso de um carro oficial, por parte de um ministro. Simples assim. 

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2 comentários:

Anônimo disse...

Esse é o eterno "Yeda Boy". Um criptobolsonarista. Mas nunca enganou ninguém com mais de dois neurônios.

Anônimo disse...

Aqui na DITADURA BOLIVARIANA do LULADRÃO/STF a coisa funciona assim. Só tem imunidade pra roubar, falsificar provas ( Moraes é useiro ), assaltar aposentado, receber dinheiro de ADVOCACIA ADMINISTRATIVA quem é da quadrilha. Os demais, como esse jornalista q mostrou FATO, é indiciado e vilopendiado na profissão e vida pessoal. Cousa de Cuba.

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