Banco Central desvenda fraude entre Master e Reag para manter vivo Daniel Vorcaro

A mais fundada suspeita de fraude praticada pelo Banco Master envolve o uso de fundos da Reag (distribuidora de valores), empresa do setor financeiro alvo da operação Carbono Oculto, que investiga a máfia dos combustíveis e ligações com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Essa suspeita de crime foi enviada no dia 17 de novembro pelo Banco Central ao Ministério Público Federal pode envolver R$ 11,5 bilhões.

Acontece que os fundos fundos teriam sido utilizados para fazer aportes de capital no Banco Master para garantir a manutenção do seu funcionamento nos últimos meses. O Banco Central apurou que esses recursos estavam vinculados a ativos de baixa liquidez e que, na verdade não valiam o que estava registrado nas operações.

O modelo da fraudea criminosa, segundo o BC, sseguia este modelo:

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3 comentários:

Anônimo disse...

Fazer um Mapa mental com dados e conexões ( cpfs; cnpjs e $$$ )

Anônimo disse...

É muito dinheiro. Só podia ter PCC envolvido. O Brasil precisa de uma revolução como a que foi feita em El Salvador. A situação tá crítica.

Anônimo disse...

Acabei de ver um vídeo no YouTube. O Moraes é lobista velho. Ali mostra um grampo telefônico da polícia em que ele conversa com um desembargador que estava com processo para ser punido no CNJ, no tempo que ele era secretário em São Paulo. Detalha todas as conversas que teve com Ministros para influenciar na absolvição do desembargador. Os nomes citados são conhecidos, Toffoli, Gilmar Mendes, Levandosvki . . . Essa pouca vergonha vem de muito tempo. Pior que um cara desses foi nomeado Ministro. Talvez a falta de moral seja um requisito para o cargo.

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