Advogado, Presidente do Instituto Liberdade Econômica (ILE)
O debate trazido recentemente pela Folha de S.Paulo, ao apontar que parte da direita se confundiu com a extrema direita e carece de autocrítica para superar sua crise, é incômodo — mas necessário. Ele ajuda a iluminar um problema real do cenário político brasileiro: a direita tradicional, liberal, reformista e democrática perdeu espaço, voz e protagonismo.
Nos últimos anos, a chamada extrema direita ocupou o centro do debate público com discursos de confronto permanente, radicalização e uma lógica de “nós contra eles”. Nesse ambiente, a direita que acredita em instituições, responsabilidade fiscal, liberdade econômica, diálogo e eficiência do Estado acabou sendo empurrada para o silêncio. Não por concordar, mas por medo de ser rotulada, atacada ou tratada como inimiga.
Esse silêncio cobra seu preço. Sem liderança clara, sem discurso organizado e sem coragem ...
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