Artigo, Raquel Gallinati - O silêncio dos policiais que desistem de viver

Delegada de Polícia, Mestre em Filosofia (PUC-SP), Diretora da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil.

Ilustração criada pela IA da Meta, segundo instruções do editor deste blog.

 No Brasil, há uma realidade que raramente ganha espaço no debate público. Mais policiais morrem por suicídio do que em confrontos armados, seja durante o serviço ou nos dias de folga. Para muitos, o maior perigo não está nas ruas, mas dentro deles mesmos. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (2024), a principal causa de morte entre policiais não é a violência que enfrentam externamente, mas aquela que se acumula em silêncio no peito até se tornar insuportável.

 Apesar dessa realidade brutal, o tema segue negligenciado pelo poder público e subestimado pelas próprias instituições. O suicídio policial continua sendo tratado como um caso isolado, e não como sintoma de um sistema que adoece seus integrantes de forma estrutural e constante.

 A carreira policial é, por natureza, estres ...

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3 comentários:

Anônimo disse...

Todos os funcionários públicos tem essa tristeza....não só os policiais....eles ganham pouco em um emprego privado passam em um concurso público passam a ganhar mais e trabalhar menos....a tristeza invade a sua alma ..porque. Será isso...na minha opinião e cabeça vazia. e aí o diabo toma conta..kkkk. o diabo adora cabeça vazia ....tenho uma empresa privada de construção...meus empregados não tem tempo de pensar na vida .trabalham..e não tem nenhum deles com problema de. cabeça. .eu mesmo trabalho a 45 anos ininterruptos. não tenho tempo de pensar na vida....moça faça alguma coisa a mais vá numa igreja ajude os pobres va pescar ...ocupe a cabeça e o diabo foge rapidinho de cabeça ocupada....kkkkk

Anônimo disse...

"Ilustração criada pela IA da Meta, segundo instruções do editor deste blog"...é o fim dos ilustradores

Anônimo disse...

Tenho pena é do policial rodoviário federal aposentado que foi morto pela BM ao tentar salvar os filhos em Torres, do agricultor que cortava madeira pra vender e foi morto pela BM no interior de Santa Maria, do Rapaz morto pela BM que ao entrar por engano na casa errada em São Gabriel foi morto e esconderam o corpo e do agricultor morto por engano em Pelotas. Também tenho pena dos pais do Tenista de Novo Hamburgo Thomás Engel morto aos 15 anos nos anos noventa por um brigadiano que depois virou instrutor no curso de segurança da BM. FALTA RIGOR NA SELEÇÃO E NO PREPARO. NÃO pode admitir qualquer um nessa profissão. Também falta expulsão de quem desvia do foco ou tem problemas psicológicos. A Avaliação deve ser constante. Um idiota armado com poder de matar é tão perigoso quanto um bandido.

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