O jornal O Estado de S. Paulo de hoje, informa que seus repórteres ouviram autoridades do governo lulopetista e que, apesar das negativas, consideram que o projeto da dosimetria das penas aos condenados no 8 de Janeiro é uma das contrapartidas obtidas pelo governo americano à retirada da Magnitsky sobre Moraes.
O editor falou em contrapartida, ontem, na sua opinião (leia abaixo).
São evidências a rápida aprovação do projeto pela Câmara e a garantia de rápida tramitação pelo Senado, além da disposição de Lula de promulgar a lei ou pelo menos de não vetá-la. Os próprios ministros do STF passaram a cncordar com o projeto.
As próximas horas demonstrarão o alcance das contrapartidas, que envolvem o tratamento a Bolsonaro. Diz o Estadão, além disto, que o governo brasileiro considera que pouco a pouco os Estados Unidos têm retirado as sanções que impactaram também os norte-americanos, como a revogação das tarifas adicionais sobre uma série de produtos. Agora, os assuntos que permanecem na negociação envolvem, principalmente, produtos industriais
4 comentários:
Se ainda temos CONSTITUIÇÃO; Não há que se falar em dosemetria, mas, sim em anulação geral e irrestrita de todos os processos INCONSTITUCIONAIS , que, o stf, protetor da constituição, violou descaradamente!
No entanto Geraldo Vice Alckmin diz que a dosimetria não é bom exemplo.
Entendi.
Bom exemplo é sacar a fórceps um condenado da cadeia e fazê-lo presidente da república. Ta certo, mais certo ainda é ser vice do condenado.
Bonito cargo esse, vice-condenado.
O projeto da dosimentira é uma piada de mau gosto.
ARÊÊÊÊÊÊÊÊÊ, O XANDÃO TÁ BOTANDO PRA FUDÊÊÊÊÊÊÊÊÊ ÊÊÊÊÊÊÊÊÊ.
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