Artigo, Luís Milman - A hegemonia confesssionalista ou o totalitarismo cultural

Dos anos 60 para cá, a mentalidade confessional-esquerdista no Brasil só se faz consolidar. Essa mentalidade toma o pensamento de Marx, Lênin e Trotski como dogmático, infalível, sendo a especificidade destes autores e líderes atribuída ao tempo em que viveram e aos problemas com que tiveram de lidar, mas de modo algum compromete o cerne mesmo de perfectibilidade da obra de cada um e de todos conjuntamente.

Uma das consequências destacadas deste confessionalismo, ainda que indireta, é a formação de um quase-consenso na média cultura sobre a idiotia do pensamento de direita, seja ele conservador ou liberal.

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2 comentários:

Anônimo disse...

Sou empresário e minha posição é exatamente contrária a esquerda... ao menor sinal de esquerdismo demito o funcionário na primeira possibilidade! Recomendo a todo empresário e Pessoa de bem, demita porcos comunas e faça sua parte.

Realista disse...

EXCELENTE!
MUITO BOM!
O Articulista colocou muito bem as ações dos seguidores da religião esquerdista, que atuam conforme as orientações apresentadas pela Teoria da Irradiação, de Gramsci.
A ditadura do Moderno Príncipe, uma hidra de muitas cabeças, todas anônimas, já governa altos percentuais da nossa sociedade, das nossas vidas, irradiando os falsos valores, a mediocridade e as trevas.
O discurso apresentado pelo esquerdismo e seus acólitos é oco, tão raso que necessita rios de tinta para explicações pseudo fundamentadas e daí se propondo infalíveis.
No fundo há um trabalho anti-humano, buscando a morte.