Opinião do editor - Quem morreu neste sábado não foi um lutador pela democracia

Ao contrário do que pensa o jornal Zero Hora, que em matéria editorial deste sábado pretende contar o que chama de "legado de Carlos Araújo para a democracia", o editor e quem conheceu o ex-deputado do PDT, sabem que isto não é verdade.

O ex-marido de Dilma Roussef dedicou sua vida à causa do comunismo, aquilo que ele chegou a chamar de socialismo moreno e que o levou a abraçar a saga brizolista do PDT, no qual militou na ala radicalmente mais esquerdista, apostando oportunisticamente que depois da redemocratização, por ali poderia encurtar caminho para chegar atpe a chamada democracia popular: estatização total de todos os bens de produção e de serviços, além da ditadura do proletariado.

Nada está mais longe da democracia do que isto.

Carlos Araújo, da mesma forma que sua companheira de armas Dilma Roussef, reuniram-se aos bandos mais enfezados da causa comunista brasileira, como VAR e Palmares. Ali, cometeu assaltos, baleou inimigos, sequestrou e pegou em armas para substituir a ditadura militar pela ditadura comunista.

Araújo e Dilma nunca respeitaram os democratas que foram para a luta política, somente unindo-se a eles quando já tinham sido derrotados pelas armas. Eles sempre desprezaram aquilo que sempre chamaram de "democracia burguesa". Jamais fizeram autocrítica para reconhecer a prevalência do regime democrático (estado democrático de direito) e do sistema de economia de mercado (capitalismo). 

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