Do PT ao PSOL, esquerda do Brasil poupa Maduro de críticas e apoia Constituinte

Reprimida e contabilizando 100 mortos nas suas fileiras, todos assassinados pelos esbirros de Maduro, a oposição não reconhece o governo bolivariano.

Apesar da escalada da violência em Caracas, partidos defendem que nova Carta é "via democrática"
Manifesto de intelectuais de esquerda inclui brasileiros e critica "cegueira ideológica" de apoiadores, conta a repórter Marina Rossi na edição brasileira do espanhol ElPaís.

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Enquanto a Venezuela vive uma escalada das tensões sociais que já ultrapassa 100 dias, parte consistente da esquerda brasileira poupa o presidente Nicolás Maduro das críticas e apoia a controversa eleição para integrantes de Assembleia Nacional Constituinte, convocada para este domingo. Representantes e lideranças de diferentes partidos ouvidos por EL PAÍS e um especialista em relações internacionais apresentaram se alinham ao Governo chavista. Os que aceitaram falar com a reportagem – alguns preferiram se omitir sobre o tema – defendem o bolivarianismo, evitam criticar Maduro e acham pertinente a convocação da Constituinte agora, como uma tentativa de se restabelecer a ordem.

Embora defendam a convocação das eleições como uma “via democrática” para a remediação da crise, ninguém se aprofundou nas opiniões sobre a Constituinte em si. 

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