Pais interferem em escolas que abordam questão de gênero nos livros e vetam conteúdo

A reportagem a seguir é dos jornalistas Renata Marizx e Eduardo Barretto. Leia. Está em O Globo:

Tema de ações no Supremo Tribunal Federal (STF) e de projetos no Congresso Nacional, a chamada “ideologia de gênero” vem sendo apontada nas escolas por pais incomodados com o material didático trabalhado em sala de aula. As reclamações se multiplicam pelo país e resultam muitas vezes na substituição de livros, dividindo a comunidade escolar. No centro do debate, a linha tênue entre o direito da família de acompanhar de perto a educação dos filhos e a ingerência preconceituosa no processo coletivo de aprendizagem.

Um caso recente no Colégio Ipê, escola da rede privada que atende alunos da educação infantil até o 9º ano em Brasília, expõe a complexidade da situação. Após queixas em relação ao livro “Lá vem história: contos do folclore mundial”, uma turma do 2º ano do ensino fundamental ficou dividida. Pouco mais da metade dos pais (18 em relação às 32 crianças da classe) trocou a obra que havia sido indicada pela escola como material de apoio às aulas de literatura para o segundo semestre deste ano. Alguns contos do capítulo “Para sentir uma pontinha de medo” foram considerados pesados demais para os alunos, mas a história que de fato causou discórdia se chama “Maria Gomes e os cavalinhos mágicos”.

No conto, a protagonista é abandonada pelo pai viúvo sem condições financeiras de sustentar a filha. Disfarçada de homem por ordem de uma voz que passou a ajudá-la, Maria Gomes consegue emprego no jardim de um palácio. Até que “mesmo pensando que Maria fosse um jovem, o filho do rei se apaixonou por ela. Preocupado, o príncipe dizia à mãe: Minha mãe do coração, os olhos de Gomes matam. São de mulher, sim. Não são de homem, não”. Por fim, ele descobre que Maria é mulher, declara seu amor e vivem felizes para sempre.

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13 comentários:

Anônimo disse...

A esquerda se traveste de gente, de democratas e de honestidade, porém nenhuma desta qualidades são por elas admiradas. 2018 é o ponto de inflexão, acabemos com o poder ainda existente das esquerdas e vamos colocar o Brasil no caminho de um progresso honesto e sustentável. Somente queremos um Brasil decente, nada de bolivarianismo que destrói nações, vejam o ditador Maduro da outrora bela Venezuela, agora um favelão cubanizado das esquerdas.

Anônimo disse...

ja passou da hora dos pais ficarem apenas assistindo a doutrinaçao marxista dos seus filhos...

os pais precisam retomar o controle das escolas e do que é ensinado a seus filhos...

Mordaz disse...

Tratar doença grave como normalidade resulta nisto. Perda de parâmetros morais e científicos. Para "incluir alguns anormais" por bom coração a sociedade afunda da loucura coletiva sem rumo.

adriano disse...

E depois é obvio, se alguém falar em doutrinação, não sabe o que diz ou é louco que acredita em conspiração...

Anônimo disse...

Tem que acabar com essa aberração de gênero para crianças.Se no futuro tem tendência homossexual já tem noção do quer para a sua vida. Agora sexualizar e tirar a inocência da criança NÃO!

ATENTO disse...

VER,RACIOCINAR E AGIR!!!

NEM PRECISA DESENHAR,A OMISSÃO DOS BONS DEIXOU ESTA ESCÓRIA DOMINAR O ENSINO.

ESTÃO AÍ PORQUE NINGUEM FEZ NADA, DEIXARAM FAZER ISTO.

ENTÃO , AÇÃO!

Ultra 8 disse...

Marxismo cultural é crime. Comunismo não é ideologia,é cartilha de facção criminosa para tomar o poder de assalto destruindo a cultura ocidental patrocinada pelos sionistas judeus. Enquanto houver covardia e pudor estúpido por parte dos cristãos em relação desta conspiração já conhecida a exaustão perpretada pelos sionistas, o mundo estára por completo nas mãos destes criminosos.

Anônimo disse...

Tem que banir sem dó essa "educação" transgênera. Quem está por trás disso é meia dúzia de esquerdopatas. Foi introduzido quando o comuno-petista Fernando Haddad foi ministro de educação com ajuda da Marta Suplicy, conhecida "sexóloga" e outros iguais a eles. Uma criança não tem como se defender dessa lavagem cerebral. É covarde e criminoso.

Guerra aos esquerdopatas disse...

Esquerda é sinônimo de sociopatia . Precisamos destruir os esquerdistas a partir do berço que é a educação.

FAÇANHA,O INTEGRALISTA disse...

Os amigos da sacanagem agora querem mandar nos filhos alheios! Mas é o fim da picada!

Anônimo disse...

Só pelo trecho abaixo dá para ver quem é o preconceituoso:
Professor de História e Filosofia do Positivo de Curitiba, Daniel Medeiros, critica o conservadorismo:— A visão de alguns pais conservadores é ditada pelo discurso da religião, que limita o diálogo.
Com essa frase vê-se a grande discussão que esse professor de história quer. O que ele quer é impor um ensino marxista, aliás como a maioria absoluta de professores de história, com raras exceções.
Além disso, no ensino médio, acredito que já haja uma formação básica do adolescente e que aí possam ser discutidos tais temas.
No entanto, o que querem é doutrinar as crianças, já nas primeiras séries iniciais, e isso não podemos permitir. Chega de `luta de classes``, lutas de gêneros, coitadismos, machismos e outras teorias furadas, todas com princípios marxistas.

Anônimo disse...

O pior é ver que em escolas que deveriam respeitar princípios religiosos vemos a ampliação da cultura marxista. Ou seja, as próprias escolas de confissão religiosa, irão tornar o marxismo tão difundido que acabarão de vez com a família tradicional,com princípios morais e religiosos.
Acontece isso nas escolas católicas, bem como, também nas evangélicas. E não só nas escolas. Vejam esse vídeo https://www.youtube.com/watch?v=4F65RZKyCBw

Unknown disse...

Penso que tudo é uma questão escolhas individuais e de respeito de todos para com todos.
Na Tailândia, você pode ser do gênero que quiser, entre quatro paredes.
Na rua todos devem ter atitudes sociais que não agridam os outros.
Até beijo de namorados em espaços públicos é proibido e passível de prisão.