PF indicia ex-ministro de Lula como "líder" de esquema

Relatório de 40 páginas da Polícia Federal descreve o modus operandi do ex-ministro Wagner Rossi (Agricultura), apontado como “líder da organização criminosa” que teria arquitetado fraude no Programa Anual de Educação Continuada (Paec) – capacitação de servidores – para desvio de R$ 2,72 milhões. A PF vai indiciá-lo criminalmente nesta semana, imputando a ele formação de quadrilha, peculato e fraude à Lei de Licitações.

. Segundo o relatório, a investigação descobriu “verdadeira organização criminosa enraizada no seio do Ministério da Agricultura”. A PF sustenta que “os investigados, muitos travestidos de servidores públicos, atuavam no âmbito de uma estrutura complexa e bem definida, agindo com o firme propósito de desviar recursos da União”.

2 comentários:

Anônimo disse...

É só chorar em frente as câmeras e dobrar a verba de propaganda de estatais que não dá em nada...

Anônimo disse...

Veja bem a informação: "os investigados, muitos travestidos de servidores públicos..." certamente isto quer dizer que funcionários públicos concursados não eram, e que certamente eram nomeados em cargos de confiança por razões políticas. Vejam o exemplo do Ministério do Esporte; os envolvidos eram CCs.
É preciso acabar com essa profusão de indicações por apadrinhamento, pois aí esta o grande furo para a corrupção. O servidor público concursado ingressa no Serviço Público consciente de que ali não vai enriquecer e sabe que qualquer deslize significa a perda do emprego para o qual gastou anos e anos de preparação e de estudo, e perdendo o emprego ficará com sua ficha suja para o resto da vida e terá que lutar por trabalhos menos remunerados. Daí não ser próprio de servidores concursados, respeitadas as exceções sempre existentes em qualquer atividade, se envolver em falcatruas, pois prezam muito sua renda mensal garantida.

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