Este artigo é do Observatório Brasil Soberano
Se o Carnaval é a arte da ilusão, não haveria palco mais apropriado para o enredo que Lula tenta vender ao mundo.
Enquanto a avenida brilha com luzes pagas pelo seu imposto, o que se vê não é uma homenagem espontânea a um presidente. O encômio prestado a Lula pela Acadêmicos de Niterói é mais uma peça de marke ting caríssima para tentar reescrever o passado, esconder o presente e, quem sabe, manipular mais uma vez o futuro.
A fantasia de "herói do povo" é o figurino favorito de quem aprendeu, ainda nos tempos de sindicato, que o grito no palanque serve para esconder o brinde de whisky com os donos do PIB nos bastidores. O líder que posa de eterno operário e homem do povo é o mesmo que, entre quatro paredes, selava acordos que garantiam o lucro dos poderosos enquanto o verdadeiro trabalhador acreditava que ele brigava por seus direitos. A narrativa na Sapucaí ignora uma das maiores contribuições do falso herói para a história do Brasil.
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