Este artigo é do Observatório Brasil Soberano.
O famoso "rodízio de faltas" do futebol — aquela tática em que os adversários se revezam para cometer infrações calculadas, evitando cartões vermelhos e man tendo o time em campo — encontrou terreno fértil na política brasileira. A pseudo-direita, especialmente alas do Centrão e aliados oportunistas, aplica a estratégia desde que Jair foi inviabilizado como candidato. Críticas veladas, de clarações "equilibradas" em off e análises cujo único objetivo é tirar o sobreno me Bolsonaro do jogo: "queremos os votos do Bolsonaro, mas sem o Bolsonaro". Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, virou o sonho dourado do establish ment: conversa de gestor eficiente, imagem limpa, capaz de unir a direita sem es pantar o mercado ou o sistema. Durante 2025, a narrativa se repetiu: "Bolsonaro anuncia em setembro", "em outu bro", "em novembro"... O principal porta-voz foi Ciro Nogueira, que sonhava com a vaga de vice de Tarcísio. Foram tantas "faltinhas" acumuladas que ele se viu obri gado a mudar de lugar no campo ...
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