Rodrigo Lorenzoni é deputado estadual do PP/RS e autor do Projeto de Lei 599/2023 que prevê o fim da cobrança da taxa do CRLV, considerada desnecessária, desde que o documento passou a ser emitido digitalmente.
Nas últimas semanas, a pauta da CCJ tem sido sucessivamente travada por cancelamentos, retiradas de quórum e reordenamentos internos. Com isso, o seu projeto que extingue a taxa anual de licenciamento de veículo (CRLV) não avança. Quando teremos a votação do relatório favorável do deputado Gustavo Victorino?
-Desde o início do ciclo de análises, minha proposta nunca chegou a ser efetivamente apreciada pelo colegiado, acumulando adiamentos semana após semana. E estamos às vésperas do recesso parlamentar, com essas constantes alterações de agenda, dificilmente o parecer será votado votaremos esse ano.
Nas mudanças para renovações de CNH, a versão digital sairá de graça, mas não a de papel. Desde 2022, a CRLV é emitida digitalmente no RS, mas o governo continua cobrando R$ 109,27 de cada proprietário de veículo. Quanto o governo arrecada por ano ?
- O atraso recorrente da Assembleia, prejudica diretamente o ....
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6 comentários:
São as NOVAS FAÇANHAS do MENINE MIMADO.
COMO SÃO DEMAGOGOGS ESSES POLÍTICOS DA DIREITA. NA PREFEITURA, QUEREM AUMENTAR TRIBUTOS, MAS NO GOVERNO ESTADUAL, QUEREM CORTAR. VÃO CAXIMBAR FORMIGAS, CAMBADA DE TARTUFOS.
Gostaria de saber os nomes dos deputados que estão sabotando o projeto. Porque não deixam ir à votação e votam contra se quiserem ? Porque são covardes e enganadores.
Demagogos são os veados que defendem a esquerdalha como faz o ordinário do comentário das 12:34, que gosta mesmo é de sentar no colo do taxad veado de São Paulo.
Mas se acabar com a taxa do CRLV não vai "sobrar dinheiro" para o Governo PSDB repassar ao Instituto Nacional de Desenvolvimento Colaborativo, presidido pelo ex-prefeito Marchezan Júnior (PSDB)...E nesses momentos, eis que a crise financeira inexiste.. Chama o Darcy para lembrar que o Estado RS está quebrado......
Eai Zé, a quantidade de CCs da base aliada no executivo será que não interfere?
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