Alex Pipkin, PhD em Administração
As instituições brasileiras se tornaram fábricas de medo — e, mais do que isso, fábricas emblemáticas da autolocupletação e difusoras da intimidação. O poder e a liderança já não se afirmam pela confiança ou pela competência que inspira e serve de modelo; virtudes essenciais, sobretudo para a geração mais jovem. Historicamente, o poder flertou com o medo; no Brasil atual, ele o faz de forma escancarada e sem pudor. O medo tornou-se o método oficial das lideranças institucionais, que confundem força com coerção e autoridade com intimidação.
A universidade, que deveria ensinar a pensar por meio de várias visões de mundo, transformou-se em laboratório de obediência. O contraditório foi banido — e, de forma estúpida e ideológica, cancelado. Não se pode discordar, muito menos pensar contra o dogma. Não há debate; há apenas a catequese das falácias do coletivismo, do “progressismo” do atraso.
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6 comentários:
o Papa desferiu uma pesada braçada na cara do ladrão
CUSTOU
custou mas Millei entendeu qual é o jogo do lula
Tem que fechar todas as universidades porque só tem comunista. Acho que tem que fechar o blog do Polibio. Ele é avermelhou. Defendendo vacina!!!!
Muito bom.
Um sinal veemente de alerta à Nação.
Olavo de Carvalho escreveu um artigo, "Mediocridade Endêmica", versando sobre a ideologia aplicada nas Universidades, incutindo a mediocridade nos discentes.
O anos passaram e hoje o articulista constata a amplitude da mediocridade entre os meios profissionais.
Seria arriscado dizer que o resultado da mediocridade está tornando nossa Pátria, nossa Nação, em uma presa fácil?
Perfeitamente assim. É o plano do FORO DE SÃO PAULO, dominação totalitária, empregando o STF BOLIVARIANO como executor da implantação do MEDO, sendo o Xandão psicopata o agente principal. A coisa tem origem soviética, stalinista. A história mostra o modus operandi.
Mediocridade é ler o astrólogo Olavo de Carvalho 111
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