Como 3 projetos de jornalismo local na Europa estão lucrando mais

Christine Schmidt conta na edição de hoje do site Poder360, de que forma os recursos diminuíram e como isto disparou as colaborações entre e dentro das redações.

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Esse não é 1 cenário de “fazer mais com menos”, mas sim de trabalhar em equipe de verdade, usando habilidades, recursos, tecnologia e dinheiro acumulado entre entidades para fazer o jornalismo com 1 impacto muito mais poderoso. Essa abordagem repercutiu especialmente no ambiente de mídia local, onde os concorrentes se transformaram em colaboradores. Há, inclusive, 1 guia para colaborações regionais e nacionais. Mas os exemplos europeus de colaboração são deixados de lado, escrevem os autores de 1 novo relatório do Reuters Institute. As lições de 3 tipos distintos de colaboração em 3 mercados de mídia europeus podem contribuir para uma maior colaboração entre, digamos, colaboradores.

Joy Jenkins, pesquisador de pós-doutorado da Reuters, e Lucas Graves, diretor de pesquisas da mesma empresa, separaram a logística, os benefícios e os desafios de operar esse trabalho em trio. 
  • Bureau Local (Reino Unido, com uma ramificação na Alemanha, o Correctiv.Lokal), uma rede permanente de jornalistas e não-jornalistas que trabalham em projetos orientados por tópicos;
  • L’Italia Delle Slot (Itália), uma investigação de curto prazo sobre jogos de azar no país por startups e jornais tradicionais;
  • Lännen Media (Finlândia), uma instalação regional de compartilhamento de conteúdo.
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2 comentários:

Anônimo disse...

VÍDEO PUBLICITÁRIO DO BANCO DO BRASIL===> Quando assisti pela primeira vez, pensei que ainda estava sob o Governo do PT. E, aqui, quem escreve, diga-se de passagem, é um homem negro. Colocar figuras negras estereotipadas na mídia é o que a esquerda sabe fazer de melhor. Para você ser negro, aqui no Brasil, você não pode ser uma pessoa normal, nos usos, nos costumes, no visual, na sua vestimenta, no seu vocabulário. Caso contrário, não serve como negro para a mídia em geral. Parabéns ao Presidente Bolsonaro! Não perdi meu voto!!!

aparecido disse...

Há mudança tecnologica e quem não se inventar novamente está forA DO MERCADO... a kODAK DEPOIS DE MAIS DE CEM ANOS FABRICANDO FILMES PARA FOTOGRAFIA FECHOU..e as empresas que faziam maquinas .com lentes ( antigas) se reiventaram e fabricam agora lentes para as maquinas digitais...a eletronica mudou o jeito de captar a imagem mas as lentes continuam as mesmas...do mesmo jeito que um carro eletrico continua a usar pneus...cada produto ou serviço tem suas peculiaridades e os produtores tem que ter conhecimento amplo daquilo que fazem...Dinossauros de 150 anos como o Grupo Estadão não conseguem fazer um portal jornalistico que tenha leitores...e Apenas dois jornalistas inteligentes e bem relacionados conseguem a partir do nada fazer um site de noticias e revista eletronica de sucesso estrondoso ( Antagonista). Novos tempos exigem novas ideias... e novas ideias as vezes são melhor aplicadas em ambientes pequenos e de rapidas decisões...Por isso os dinossauros empresariais perecem...