Palocci começou a detonar Lula, Dilma e o PT

Outro ponto que o ex-ministro Antonio Palocci começou a esclarecer na delação que começou a fazer em Curitiba, o suposto benefício financeiro obtido por Lula com a criação da  Sete Brasil, em 2010.

E não apenas isto.

Palocci, o primeiro dignitário petista de alto coturno a violar a Omertá, a Lei do Silêncio da Máfia Siciliana, vai acabar com Lula, Dilma e o PT.

Ele foi ministro da Fazenda de Lula e chefe da Casa Civil de Dilma.Nos dois casos, foi também coordenador de campanhas eleitorais.

9 comentários:

Anônimo disse...

Contra Lula e Dilma, SÓ ACUSAÇÕES GENÉRICAS!!! Essas delações, que só pegam os PEIXES PEQUENOS E MÉDIOS, são UMA FARSA!!!!

Anônimo disse...

Isso mesmo Palocci. Entrega até a alma destes bandidos travestidos de homens de bem.

Ivan Vilis disse...

Acreditai nos pt e nos petistas e tereis fome e miséria.
Eles estão interessados em seus próprios umbigos e a ti restará a "honra" de seres escravo. Pode parecer diabólico, mas para eles é normal.

Anônimo disse...

Palocci, QUEM matou (=mandou matar) Celso Daniel ??????????????

Anônimo disse...

Tá, mas o que Palocci falou sobre lula mesmo?

Anônimo disse...

Acontece,que Palocci ainda se "acha"
e esnoba o juiz.
Chegará o momento,em que se convencerá que na verdade,é um pobre-coitado preso.Insignificante como os outros.

Anônimo disse...

Chantagem contra a Globo, conte sobre o anexo cinco, que trata dos benefícios fiscais criminosos. O anexo sera retirado e os Marinhos sairão livres caso a Globo derrube Temer.

Justiniano disse...

As ratazanas começaram o canibalismo do PT.

Anônimo disse...

O ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci, contou aos procuradores da Lava Jato como concedeu benefícios fiscais à Globo, segundo informa o jornalista Maurício Lima, na coluna Radar; não se sabe, no entanto, se este anexo de sua colaboração será aceito, uma vez que a Globo mantém parceria informal com a equipe da operação; em abril deste ano, Palocci afirmou que poderia revelar como instituições financeiras e empresas de comunicação pressionavam o governo para obter vantagens tributárias