Lulopetistas estrangeiros e brasileiros começaram em Curitiba série de atos em favor dos ladrões da Lava Jato e de Lula

Os atos públicos anti-lulopetistas foram cancelados a pedido do juiz Sérgio Moro, mas os lulopetistas resolveram confrontar. 

Começaram na manhã desta terça-feira as manifestações da chamada Frente Brasil Popular, que congrega movimentos em favor de Lula. Cerca de 1,5 mil trabalhadores rurais sem-terra de todo o Paraná se reuniram no início da manhã na BR 277, no sentido Curitiba – Campo Largo, Região Metropolitana, onde há um memorial em homenagem ao agricultor sem-terra Antônio Tavares Pereira, morto por policiais há 17 anos.

Pelo menos dois ônibus de bolivianos foram filmados por leitores desta página quando almoçavam num,a churrascaria da Lapa, 50 kms de  Curitiba.

Mais estrangeiros são esperados.

A Frente Brasil Popular, que congrega 40 entidades, confirma mais de 700 ônibus com caravanas de várias regiões do Brasil e estima que 50 mil pessoas participarão da Jornada.

Visitantes já estão acampados em um terreno atrás da Rodoferroviária de Curitiba – uma área da União – no bairro Jardim Botânico, desde a noite de segunda-feira, mas esta tarde a PM foi para lá a fim de retirá-los. Uma ordem judicial, a pedido da prefeitura de Curitiba, havia proibido acampamentos em ruas e praças da capital, decisão da qual a Defensoria Pública do Paraná recorreu primeiro ao TJ-PR (Tribunal de Justiça do Paraná) e, depois, ao STJ (Superior Tribunal de Justiça), mas a questão foi resolvida em negociação com as autoridades. Os demais atos incluem um debate jurídico na reitoria da UFPR (Universidade Federal do Paraná), uma vigília interreligiosa e uma “aula pública sobre os alcances e limites da Lava Jato”.