Área da avalanche da Arena Grêmio está interditada

Após a queda da mureta de proteção, que deixou oito feridos na partida entre Grêmio e LDU, o Corpo de Bombeiros proibiu a avalanche e a Arena Porto-Alegrense e o Grêmio emitiram nota oficial na tarde desta quinta-feira:

"Em virtude dos fatos ocorridos durante a partida entre o Grêmio e o LDU na noite da última quarta-feira, 30, a Arena Porto-Alegrense e o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense comunicam que o setor norte – Nível 1, Arquibancada - não será utilizada até que sejam concluídas as perícias e investigações pelos órgãos competentes, bem como adotadas as medidas necessárias para preservar a segurança dos torcedores e do público em geral que frequenta aquele setor da Arena."

. Em entrevista coletiva, também na tarde de quinta, o presidente Fábio Koff reforçou a nota. "Temos responsabilidades, antes de qualquer órgão de segurança", afirmou. O Grêmio juntamente com a OAS estuda alternativas para o local. "Aquela área enquanto não houver um estudo técnico dos órgãos competentes está interditada", destacou Eduardo Antonini, presidente da Grêmio Empreendimentos.

7 comentários:

Anônimo disse...

A arena do Grêmio vai passar a se chamar ARENA TABAJARA. Mesmo com avalanche, a estrutura era para aguentar um impacto daqueles, imagina se é uma situação de stress em que as pessoas descem correndo por qualquer outro motivo. A estrutura se desprendeu como se fosse colada com cuspe. Assim não dá!

Anônimo disse...

espero que as mais de 200 mortes de Sta Maria não tenham sido em vão...

ao menos agora os nossos dirigentes parecem ter ficado com medo de serem os responsáveis por futuras tragedias anunciadas...

e poucas são tao anunciadas como essa babaquice de avalanche...

pior eh que li em algum lugar que essa área foi deixada assim, livre, exatamente para que a tal avalanche - que os ogros acham algo muito bonito - pudesse acontecer...

Anônimo disse...

Descartando qualquer cor clubística, mesmo porque não a tenho, afirmo que tem mais coisa errada lá. Já começa por aquela subestação de 69.000V praticamente "colada" numa das rampas de acesso.

Jose Carlos Custódio disse...

Caro Polibio. Olha com calma as imagens. Você verá que todos os que cairam estavam em pé, sobre o murro de concreto. A avalanche desce e automaticamente estes que estão sobre o murro são forçado pra frente. Fazendo uma força desproporcional (alavanca) sobre a cerca de cabos de aço que por estar fixada em cima e não abraçada no murro, arranca os parafusos. Tem que impedir dos torcedores de subirem no murro de concreto. Fazer com que a cerca de cabos de aço seja inclinada contra a arquibancada (igual as cercas de arrame farpado) o que vai impedir do pessoal ficar em pé sobre o murro de concreto.
Não sou engenheiro, mas acabar com a avalanche não é a solução mais inteligente. Caso seja assim procedido, teremos então que acabar com todas as estradas do RGS afinal elas tambem não dão segurança aos que por elas trafegam. Temos que ter mecanismos de segurança e não eliminar os eventos etc...

Anônimo disse...

Aquela gradezinha de proteção ofereceria proteção efetiva no projeto de um estádio em país civilizado.
Nas terras botocudas - onde a indiada se torna agressiva, mata e morre por causa de uma bola e de onze caras que correm atrás dela e ao mesmo tempo cultiva apatia e indolência em relação a podridão política que se espalha pelo país - só um paredão de concreto poderia suportar a carga.

Anônimo disse...

Os episódios de Santa Maria e do Arena nos remete para algumas hipoteses:
1 . Não há orgãos competentes;
2 . Ou os orgãos competentes sofrem fortes pressões politicas e não conseguem exercerem suas obrigações de fato;
3 . Ou os orgãos competentes são corrompiveis, fazendo vistas grossas;
4. Todas as respostas acima.

Anônimo disse...

ENQUANTO NÃO MORRER ALGUÉM PISOTEADO, NÃO VÃO PARAR DE FAZER ESSA BRINCADEIRA SEM NOÇÃO!!

TEM QUE SER COISA DE TORCEDOR DOENTE E FANÁTICO MESMO!!