Van Hatten, nova promessa do PP do RS, conclui Mestrado em Ciência Política na Holanda

Marcel van Hatten, um dos líderes estudantis que derrubou PT, PCdoB, PSOL e PSTU no DCE da Ufrgs em 2010, promessa forte do PP gaúcho, concluirá em junho seu curso de Mestrado em Ciência Política na Universidade de Leiden, mas prosseguirá por mais dois meses na Holanda.

. Van Hatten irá trabalhar no ministério de Assuntos Econômicos, Haia, a partir de maio, produzindo relatórios para empresas holandesas que queiram investir no Brasil, África e América Latina. }

- Nas eleições do ano passado, o progressistas fez 14 mil votos para a Assembléia do RS.

5 comentários:

Aquiles disse...

Tenho certeza de que a esquerdalha estudantil que Van Hatten derrotou em 2010 sequer terminou a graduação, e mesmo que o tivesse feito, jamais seriam aceitos para cursar Mestrado no Brasil, na Europa então, nem em sonho.

Luiz disse...

Está explicado. Ele usou o DCE como trampolin, igual a muitos outros. Estes tipos tem de ser regeitados pelos eleitores

Marcel van Hattem disse...

Legal, Políbio! Continuo sempre à disposição por aqui, inclusive para os leitores, que podem acessar meu blog também (www.blog.marcelvanhattem.com). Obrigado também ao Aquiles, pela menção.

Ao Luiz, detenho-me um pouco mais em responder para deixar claras algumas coisas: eu não só não usei o DCE como trampolim, como licenciei-me de todas as atividades que desempenhei na gestão um mês antes de começar a campanha eleitoral a deputado, em 2010.

O DCE foi uma conquista muito simbólica, de alguém que batalhou por isso durante toda a graduação na UFRGS, ao lado de estudantes realmente interessados em fazer algo pelos seus colegas, não a favor de partidos políticos ou ideologias - muito menos as ideologias atrasadas, retrógradas mesmo, que dominam esse meio estudantil, infelizmente. Antes de ter sequer concorrido ao DCE da UFRGS, eu já havia sido eleito vereador na minha cidade, em Dois Irmãos, com um apoio expressivo da população da minha terra natal.

Verdade seja dita, o estado de penúria e destruição em que estava a entidade quando nossa gestão assumiu trouxe certamente mais contratempos à minha já atribulada vida estudantil e profissional do que eu esperava. Alie-se a isso a raivosa oposição que tínhamos, e você pode imaginar o que enfrentamos.

Graças à união do grupo e ao apoio de jornalistas como o Políbio Braga, divulgando a todo tempo os ataques que sofríamos e o estado em que pegamos a entidade, a gestão é até hoje lembrada pelos estudantes pelas suas conquistas. Hoje, há um grupo grande de estudantes que segue tentando voltar a gerir a entidade, novamente comandada pela esquerda radical.

Usar trampolins políticos é usar-se de entidades para fins eleitoreiros - o que sempre foi feito, lamentavelmente, na política estudantil brasileira.

Felizmente, você pode ficar tranquilo, Luiz, não foi o meu caso e de nenhum outro membro da nossa gestão.

Anônimo disse...

Ô Luiz:
Tu tens que rejeitar antes o Luladrão, o Tarso Peremptório Genro, o Olívio Truta, o Paulo Pimenta, o Marcos Rolin e o resto da esquerdalha que sempre usou DCEs e sindicatos para se lançar na política.

Anônimo disse...

"...regeitar..." ???????

Com "G"??????

Luiz, seu burro !!!!

VC foi "REGEITADO" no vestibular, com toda certeza.

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