. Os fraudadores negociavam um milhão de litros de álcool por mês, algo como cinco caminhões tanque por dia. Os prejuízos são calculados em R$ 200 milhões.
. A fraude consistia em vender álcool de alto teor, como se fossem de baixo teor, produto não tributável. Os vendedores eram de SP e os compradores do RS.
. Intermediários costumavam fazer a ponte.
. Canoas é tida como principal pivô das quadrilhas.
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4 comentários:
curioso que nome de rico picareta não aparece...
Se fossem pobres o nome já teriam aparecido e as foto estariam estampadas nas capas dos jornais. Esses nomes tem que ser divulgados por que figurão contraventor é criminoso e merece, além das penas da lei, que os cidadãos-contribuintes saibam quem são os tubarões no mar em que pagam seus pagam seus suados impostos.
Essa nossa Canoas está ficando famosa. Vê-se, que não é por menos. É que, gira muito dinheiro, por lá.
A policia Federal tem que dar explicações... uma coletiva...
O ministerio publico Federal?
Imprensa?
Tem que mostrar...
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