Moraes invocou o diabólico inquérito do fim do mundo, o das fake news, para legitimar sua nova ordem de caráter pessoal. Até hoje, oministro e sua mulher até hoje não explicaram convenientemente a natureza do contrato de R$ 129 milhões fechado por ela com o Banco Master e o interessea dele no caso, jiunto ao Banco Ceantral, mas trata de investigar quem passou a denúncia sobre o negócio.
Eis o texto que o advogado gaúcho coloca no seu X
A questão de funjdo é mais uma preocupação, ou seja, a de que existe uma diferença eantre proteger o sigilo fiscal de autoridades públicas (legítimo) e usar o aparato estatal para blindar informações que revvelam vínculos financeiros questionáveis entre a família de um ministro do STF e um banco sob investigação. A linha que separa proteção institucional de proteção pessoal parece, neste caso, bastante tênue. O problema n~eo é a investigação em si, mas quem a conduz e com que motivação.
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