Algumas autoridades importantes de Brasília querem fazer os brasileiros se convencerem de que nem sempre um bicho que tem pé de porco, orelha de porco e rabo de porco é mesmo um porco.
Por exemplo: ao contrário das aparências, dizem esses próceres da República, não há nada de errado quando o escritório de advocacia de um ministro da Justiça presta serviços para um banco investigado pela Polícia Federal, que está sob o comando desse mesmo ministro; também não há nenhum problema quando um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) decide comandar o inquérito sobre esse tal banco mesmo tendo parentes possivelmente envolvidos no caso; por fim, não há nada de mais quando o escritório de advocacia da mulher de outro ministro do Supremo é contratado por esse mesmo banco, com remuneração milionária, para representá-lo junto ao Banco Central e ao Congresso Nacional - atividade típica de lobistas, não de advogados.
Ora, francamente.
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4 comentários:
A saída do sTóffoli deve ser cozinhada até as eleições, senão o pinguço colocar dois meliantes de uma vez no çtf, o fdp do pacheco e o office boy da gilma, o bessias. Que nível.
Mesma turma desde 1600.
Repito
A justiça morreu.
Só esqueceram de sepulta-la
É o mais provável. O sistema é foda parceiro.
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