Este artigo é do Observatório Brasil Soberano
A"normalidade" tornou-se uma ficção. Enquanto o cidadão rala para garantir o básico, ele observa, com uma mistura de exaustão e náusea, o cheiro da degradação que emana dos centros de poder.
A elite do país — a que circula entre gabinetes, grandes bancos e tribunais — parece ter rompido todos os laços com a realidade das ruas. Onde deveria haver serviço pú blico, há conflito de interesses; onde deveria haver justiça, há o conforto do sigilo.
O caso do Banco Master é um retrato fiel dessa engrenagem. O povo assiste a cifras bilionárias e conexões suspeitas com o topo do Judiciário sendo discutidas como se fossem negócios comuns de balcão. Para o cidadão, o sistema é implacável: um erro no imposto de renda ou um boleto atrasado gera punição imediata. Para os "donos do jogo", no entanto, o que existe é a blindagem das decisões monocráticas ...
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