Artigo, Ucho Haddad - Não aguento mais notícia falsa sendo disseminada como verdade suprema

Na terça-feira, 13 de junho, entendi ser merecido interromper a dura rotina jornalística e aceitei convite para almoçar com amigos em um clássico e tradicional restaurante paulistano. Ao chegar, logo no primeiro abraço, ouvi um longo agradecimento por ser fiel à verdade dos fatos. Respondi que essa é a minha obrigação como jornalista, assim como deveria ser dos muitos que se arriscam nessa complexa seara da informação.

Durante o almoço, os convivas submeteram-me a uma sabatina sobre o “modus faciendi” do jornalismo político. Com o avanço das perguntas percebi que de fato o jornalismo desandou. O advento da internet foi excepcional e revolucionário, mas essa coisa chamada rede social criou um sem fim de suicidas da informação. Classifico-os como suicidas porque fazem qualquer coisa para alcançar fama e notoriedade. Algo parecido com os homens-bomba que vão pelos ares na esperança de conquistar o paraíso e uma carroça repleta de virgens.

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