Artigo, Adão Paiani - Um escriba, o Islã e seu Cavalo de Tróia

Ao lado, bandeira islâmica em manifestação desta semasna em SP.

Adão Paiani*

Sou inimigo do Islã. Inimigo. É mais do que ser adversário. Entre adversários pode haver uma mínima possibilidade de diálogo e reconhecimento mútuo. Entre inimigos não.

Desprezo o Islã e nego-lhe qualquer legitimidade e direito de existir em um mundo civilizado, seja como religião, algo que ele não é, e jamais será; quer como sistema político, por sua absoluta incompatibilidade com o respeito à dignidade e aos direitos mais elementares dos seres humanos. 

Nego ao Islã exatamente aquilo que ele, seu “profeta” guerreiro, pedófilo e misógino, e seus seguidores negam ao restante da humanidade; o direito de existir e viver em paz. A isso se chama reciprocidade, uma vez que pombas brancas, caminhadas e cânticos pela paz não são uma opção.

Alguns poderiam argumentar que o Islã contribuiu com a cultura e civilização humana. Mentira.

CLIQUE AQUI para ler tudo.