Saiba o que há por trás das novas ações contra o investimento de US$ 1 bi da VCP em Rio Grande

Ao anunciar em primeira mão que a VCP já decidiu implantar em Rio Grande a sua indústria de celulose (US$ 1,3 bilhão de investimento), o editor desta página acabou recebendo informações adicionais alarmantes, que vão a seguir também em primeira mão.

. Aliás, nem o governo, nem a VCP e sequer a mídia, deram qualquer suíte à notícia sobre Rio Grande.

. A nova informação é que os líderes ecologistas fundamentalistas guascas e seus patrocinadores no ministério do Meio Ambiente, reuniram esta semana na Câmara de Vereadores de Rio Grande um nutrido grupo de ativistas com a seguinte proposta:

- Vamos criar uma zona de exclusão no entorno no banhado do Taim, enquadrando aí toda a área da Granja 4 Irmãos, que é onde a VCP vai instalar sua mega-indústria.

. O movimento soma-se às ações de invasões, ocupações e depredações de áreas pertencentes a VCP, que já dispõe de 130 mil hectares para florestamento. . Abrigados e amparados pelo PT do RS, Via Campesina, MST, Comissão Pastoral da Terra e mais duas dezenas de ONGs locais, nacionais e estrangeiras, trabalham para impedir que VCP, Aracruz e Stora Enso invistam US$ 5 a US$ 6 bilhões no RS, mudando a cara e o paradigma da economia da Metade Sul do RS. A aposta da vanguarda do atraso é manter a região no atraso e com isto facilitar seus ataques ao estado democrático de direito e a economia de mercado, visando substituí-lo pelo estado popular a economia centralizada.

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