"Ou seja, negros (como eu) são usados como argumento e massa de manobra para que a elite progressista teste seu idealismo igualitário e ONGs inúteis encham os bolsos de dinheiro." [...] tendo decidido, junto com O Manifesto Comunista, que a classe burguesa foi dominante desde o verão de 1789, Foucault deduz que todo poder subsequentemente incorporado na ordem social foi exercido por aquela classe, e em prol de seus interesses. Qualquer fato da ordem social necessariamente carrega as impressões digitais da dominação burguesa." (Roger Scruton, na crítica à obra Vigiar e Punir, de Michel Foucault.
No último dia 12 de fevereiro, o Supremo Tribunal Federal (STF), em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em mais um atropelo ao Poder Legislativo, lançou um projeto, no mínimo, inusitado: o Pla de Coisas Inconstitucional nas Prisões Brasileiras, apelidado de "Pena justa". O Ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, disse, no evento de lançamento do programa, que "a cultura punitivista que nós sentimos, não só na sociedade brasileira, mas em várias sociedades e países mesmo, ditos civilizados, continua muito arraigada na população, e é preciso medidas fortes, medidas contundentes, e esta que, hoje, nós colocamos em prática, é uma dessas medidas".
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