Artigo, O Estadão - Seis meses desastrosos

CLIQUE AQUI para ler, também, "A mágica do mercado interno virou fumaça", Rolf Kunz.
CLIQUE AQUI para ler "A falência bolivariana", Kátia Abreu, Folha de S. Paulo.



Neste editorial, intitulado "Seis meses desastrosos", o jornal "O Estado de S. Paulo diz que o Brasil continuou perdendo espaço na economia mundial, no primeiro semestre, com desempenho muito pior que o da maior parte dos países, tanto emergentes quanto desenvolvidos. 

. Vale a pena ler tudo:

A recuperação global vem sendo mais lenta do que se previa há alguns meses, mas o quadro brasileiro é especial. O País tem exibido uma rara combinação de baixíssimo crescimento com inflação elevada, contas públicas em deterioração e comércio externo empacado. Na sexta-feira a estagnação foi confirmada por mais uma fonte oficial. Em junho, a atividade econômica foi 1,48% inferior à de maio e 2,68% menor que a de um ano antes, segundo o índice produzido mensalmente pelo Banco Central (IBC-Br). Esses números são da série livre de efeitos sazonais. O crescimento ficou em 0,08% na primeira metade do ano. Em 12 meses, chegou a 1,41%, mas com forte perda de ritmo na fase final.

. O balanço completo do período janeiro-junho será divulgado no fim do mês pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mas o índice do BC é considerado uma boa antecipação do Produto Interno Bruto (PIB) e, além disso, harmoniza-se muito bem com os dados parciais de produção, consumo e investimento conhecidos até agora e também com os números da balança comercial. Será enorme surpresa se o PIB vier muito melhor que o IBC-Br.

. As projeções mais otimistas para o ano todo continuam sendo as do setor público.

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2 comentários:

Anônimo disse...

O Brasil precisa urgentemente tirar estes terroristas do poder.
Por bem ou por bem.
O que eles já fizeram de mal para o povo, já merecem cadeira elétrica.

Biriva do Cerro do Tigre disse...

Mas o povão adora pão e circo, e os petralhas sabem mentir e enganar melhor que Goebels, que dizia se uma mentira é repetida várias vezes ela acaba virando verdade.

A hora que começar o desemprego e a inflação reduzir o poder aquisitivo, não haverá recursos, para mitigar estes efeitos.

A Random está com todos empregados em férias coletivas, após a volta começam as demissões, pois as carteiras de pedidos estão baixas.

Outro setor que já dá sinais de desaceleração é a construção civil, onde grandes projetos estão na gaveta.
Esse é mais grave pois atinge um universo bem maior de trabalhadores e com baixo nível de escolaridade.

Oremos...