Mentiras, meias verdades e espertezas da grande mídia de Porto Alegre


OPINIÃO DO LEITOR

Mentiras, meias verdades e espertezas da grande mídia

É impressionante a clara intenção da RBS de desinformar a opinião pública.
Veja abaixo a nota do PSDB
E, apesar do teu artigo abaixo, até agora não li, vi ou ouvi em qualquer meio de comunicação da RBS, comentário sobre o as denúncias de sociedade entre Lair Ferst x Marcelo Cavaclante x Magda Koenigkan (as fitas foram gravadas durante o período da sociedade, portanto uma gravação entre sócios) conformeteu artigo abaixo. Com os recursos que tem, por que não investigam as causas e os objetivos que ligavam Ferst, Cavalcante e a ex-exposa deste, e os verdadeiros motivos da fabricação das gravações, ? A RBS informou na TV que as contas do PSDB não foram aprovadas e que estão sub judice, mas "esqueceu" de informar que todas as contas e de todos os Partidos não foram aprovadas e estão sub judice, não porque tenham problemas, mas porque ainda não foram examinadas.
Estou enviando este e-mail também para alguns colunistas da RBS

Delmar Philipsen, São Leopoldo, RS.

Nota Oficial do PSDB
Reportagem produzida pela RBS TV e pelo jornal Zero Hora, nesta sexta-feira, 22, afirma que as contas do PSDB RS estão sob judice. Tal fato é verdade, mas não é a verdade completa. O Tribunal Regional Eleitoral ainda está examinando a prestação de contas referente ao ano de 2004. Anos posteriores sequer foram analisados, portanto. E, ressalte-se, não apenas do PSDB, mas de todos os demais partidos atuantes no Rio Grande do Sul.
Inobstante, as contas da campanha majoritária do partido, assim como do Comitê Financeiro de Campanha, foram aprovadas sem restrições pelo TRE em dezembro de 2006. Era condição sine qua non para que tanto a governadora Yeda Crusius quanto os deputados estaduais e federais fossem empossados.
São detalhes importantes, que não foram mencionados na reportagem, mas que fazem toda a diferença perante a opinião pública. Assim, vimos solicitar que tais ressalvas sejam feitas para que a verdade integral, e não apenas parcial, seja estabelecida.
Bercílio Luiz da SilvaPresidente do PSDB em exercício no ano de 2006
Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Saiba por que Lair, Marcelo e Magda armaram contra Yeda e o PSDB.
No dia 11 de maio, as 14h, na Rádio Gaúcha, Magda Koenigkan, disse o seguinte para o jornalista Lasier Martins, ao ser indagada sobre suas ligações com o lobista gaúcho Lair Ferst:"Na verdade eu confirmo que eu não tive quase contato nenhum. O Marcelo, acho que foram dois momento dele vivo que eu tive contato com Lair. ... eu não tive contato com ele; foi uma apresentação. Depois ele esteve em Brasília em uma outra situação com Marcelo e eu pude conhecê-lo um pouco melhor.”. No dia 13 de maio, dois dias depois, a revista Veja descreveu por que razão concedeu credibilidade às fitas gravadas pelo lobista Lair Ferst e seu sócio Marcelo Cavalcante, marido de Magda:"Só os divulga (os áudios de Lair x Cavalcante) agora, depois de ter encontrado uma fonte com credenciais suficientes para comprovar sua autenticidade.". Magda Koenigkan passou outras informações “preciosas” para Veja:1) o lobista fez as gravações em mesas de bar, sem o conhecimento do sócio, Marcelo, marido de Magda, em novembro de 2007.2) ao saber dos áudios via Lair, que os entregou ao MPF numa situação de delação premiada, no âmbito da Operação Rodin, Marcelo entrou em depressão, mas antes “avisou” Yeda sobre as fitas, “recomendando (propondo) um acerto com Lair”.3) Marcelo, depois disto e de ser dispensado em casa, acabou se matando.. Nas trocas de e-mails que o editor, em primeira mão, publica a seguir (fac similes) fica claro que Magda mentiu para Veja e sempre que fala, por duas razões centrais:1) ela e Marcelo eram sócios problemáticos (sem capital) de Lair Ferst.2) ela conhecia na intimidade o lobista gaúcho, que chegou a se queixar a Marcelo dos gastos que estava tendo com Magda.. A trama toda vai ficando mais clara, evidenciando uma situação de armações ilimitadas que deram erradas:1) o lobista Lair Ferst e seu sócio Marcelo Cavalcante gravaram depoimentos previamente combinados para incriminar Yeda e o PSDB, narrando crimes eleitorais que depois foram desmentidos cabalmente (o caso da Alliance One é emblemático).2) Marcelo, de posse das fitas, foi ter com Yeda e o PSDB, onde conseguiu emprego, para “recomendar um acerto” com o lobista.3) morto Marcelo, sua mulher, sócia de Lair Ferst, confirmou o teor das fitas e repetiu as denúncias orquestradas pelos sócios.. Sem resultados, as fitas gravadas por Lair e Marcelo Cavalcante foram entregues em São Paulo para a revista Veja, que não se deu ao trabalho de checar as informações e publicou tudo porque “teve o aval” de Magda Koenigkan, sócia de Cavalcante e Lair Ferst. Veja sequer aceitou publicar os desmentidos da Alliance One e do PSDB, acostados de provas documentais sobre as mentiras de Lair e Cavalcante, avalisadas por Magda.
CLIQUE AQUI para examinar as provas da sociedade existente entre Lair Ferst, Marcelo Cavalcante e Magda Koenigkan. Para quem viu Lair apenas duas vezes, o lobista foi mais do que um conhecido acidental.

2 comentários:

Anônimo disse...

Amigos, pelo que se observa os outros partidos não estão sendo acusados de caixa 2, compra de casa, mensalinho. Quantos secretários de estados já foram exonerados, o que a Polícia Federal investigou e a agora a justiça de Santa Maria está julgando. Acho que a governadora deveria ser a primeira a querer CPI, não seria a primeira, isto já aconteceu com o Colares e com o Olívio, que saíram imunes e podem andar na rua depois da conclusão dos mandatos.

Anônimo disse...

Como já comentado aqui neste blog, alguém da RBS poderia ajudar a desmascarar a RBS, num serviço público relevante. Com efeito, conforme o mesmo comentarista, urge um "garganta profunda" na RBS.
De fato, nosso sofrido e esbulhado povo precisa de órgãos de imprensa mais sérios.
Ainda nutro esperança de que isso venha a acontecer. A exposição das razões que levam a RBS a ser parcial já seria um bom começo para limpar a imprensa gaúcha.
Nesse limpeza deve ser incluída a Record, que desde os tempos da família Ribeiro já era parcial, isto é, desonesta. Foi só se achar prejudicada na desestatização da CRT que a família Ribeiro migrou para o PT e barrou o PMDB de forma autoritária, antidemocrática.