quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Entre 2004 e 2015, número de alunos gaúchos em escolas estaduais despencou de 2,7 milhões para 2,3 milhões

A enturmação e multisseriação que foram utilizados durante o governo Yeda Crusius (2007-2010) foram retomadas no Rio Grande do Sul, já que é o que existe de mais racional na gestão dos recursos disponíveis para a educação pública, tanto é que em entrevista à Rádio Gaúcha, na manhã desta quarta-feira, o secretário estadual de Educação, Luís Antônio Alcoba de Freitas, anunciou que o governo estima fechar 600 turmas em escolas de todo o Estado para o ano letivo de 2017. Segundo Alcoba, a “racionalização” foi motivada “em função do número muito grande de afastamento de professores”.

A Secretaria de Educação revelou que em 2015 o Estado perdeu 6.385 professores, nomeou 969 e contratou 1.275. No ano passado, 6.381 tiveram afastamento definitivo, enquanto 379 foram nomeados e 775 contratados. Os números de pedidos de demissão e aposentadoria devem crescer ainda mais. 

Houve drástica redução da população educacional do Estado que, segundo a Secretaria, estaria registrando queda no últimos 12 anos. O último Censo Escolar indicou que desde 2004, o Rio Grande do Sul passou de 2,7 milhões de alunos para 2,3 milhões de estudantes em 2015, em todas as redes – ou seja, federal, estadual, municipal e privada.

A secretaria assegura que o processo deve seguir o seguinte critério: uma escola que no ano anterior tenha trabalhado com duas turmas da mesma série, uma com 11 e outra com 12 alunos, no ano seguinte terá apenas uma turma com 23 alunos. “

15 comentários:

Anônimo disse...

Não é só no RS, as manifestações que ocorreram em São Paulo foi devido o fechamento de algumas esvolas que estão sendo tranformadas em Creches Escolas, creche e pré escola em tempo integral, em São Paulo caiu de 6 milhões para 4,5 milhoes de alunos.Acredito que nos Estados do Sul e Sudeste essa é a tendência.

Anônimo disse...

Não é só no RS, as manifestações que ocorreram em São Paulo foi devido o fechamento de algumas esvolas que estão sendo tranformadas em Creches Escolas, creche e pré escola em tempo integral, em São Paulo caiu de 6 milhões para 4,5 milhoes de alunos.Acredito que nos Estados do Sul e Sudeste essa é a tendência.

Unknown disse...

E a culpa é do Sartori, né Tarso!!!
"Patria Educadora", o caos da educação brasileira!!!

Anônimo disse...

"escolas estaduais"? Não seria, por acaso, Polibio, escolas de samba?

Anônimo disse...

Queda da natalidade vai levando a fechamento de turmas. É natural. É lógico isso. Se as famílias estão ficando cada vez menores, tem que fechar turmas e escolas também.

Justiniano disse...


Um fator que pesa é as constantes greves do CPERGS associada a redução da natalidade no estado, muitas cidades pequenas já encaminham alunos do ensino médio para cidades mais próxima e maiores.

O ensino fundamental pela constituição de 88 é de responsabilidade dos municípios e o ensino médio é que de responsabilidade do estado.

Em muitas cidades do interior do RS o ensino fundamental já é 70% municipal. A grande vantagem é que as soluções são imediatas e rápidas, enquanto no estado levam uma eternidade para resolver situações como a simples troca de telhas quebradas que inundam a escola.


Anônimo disse...

E TEM QUE CAIR MAIS, AFINAL IR EM ESCOLA PÚBLICA SINDICALISTA É PERDER TEMPO E VIRAR COMUNÓIDE FUNCIONAL.

FICA MAIS BOÇAL E BURRO DO QUE QUANDO ENTRA NA ESCOLA.

Anônimo disse...

O número de alunos da rede pública estadual vem sendo reduzido continuamente, em decorrência da diminuição dos índices de natalidade e do crescimento das redes publicas municipais de ensino infantil e fundamental. Seguramente, o governo do Estado poderia racionalizar o uso dos prédios escolares, quadro de professores e de servidores escolares das atuais educandários de sua rede de ensino.Seguramente, mais de 25 das escolas estaduais em funcionamento poderiam ser desativadas e o corpo docente e discente remanejados para outras escolas mais próximas, sem qualquer sem prejuízo às comunidades escolares.

Anônimo disse...

Estudar para que, o exemplo vem de cima e os que mais alto estavam , mais roubaram, logo o crime compensa e estudar dá um trabalho!!!!!

Cap Caverna disse...

Só não tendo outra opção, para colocar uma criança para ser alfabetizada em uma escola publica. Com uma militância marxista endiabrada, do CPERS, umas verdadeiras lunáticas, fazendo lavagem cerebral nas crianças em favor do comunismo podre e fedido do PT, criaremos verdadeiros zumbis ao invés de alunos escolarizados. E o resultado está aí: estamos entre os últimos em todas as pesquisas de ensino, feitas no Brasil. Vão pra CÚba, festejar o Fidel, suas parangas medíocres!

Anônimo disse...

OS QUE REZAM PELA CARTILHA DO ESTADO MÍNIMO ESTÃO FELIZES!

Mas existem muitas pessoas felizes com essa notícia, pois muitos pregam o estado "enxuto", com
menos servidores públicos, e consequentemente, com menos gastos para os cofres do estado!

wagner britto disse...

Políbio, seria interessante saber o custo por aluno na rede estadual. Dependendo, será mais racional comprar vagas na rede privada. Ouvi a informação, que não pode ser comparada linearmente, que um aluno de Direito na UFRGS custa algo como oito mil reais. Ou seja, É possível multiplicar por quatro o número de estudantes com o mesmo recurso. Sem os óbvios problemas do setor público.

Anônimo disse...

Fechem escolas, desvalorizem mais os professores. Quem é o profissional com a responsabilidade que tem um professor, quer ganhar esse salário miserável. Se um vereador que muitas vezes mal sabe ler ganha acima de 12 mil. Frente a responsabilidade de um professor não há comparação em suas responsabilidades, mas ninguém reconhece.

Unknown disse...

Políbio: atualize os comentários com mais frequência... não dá para saber a repercussão das postagens... tá muito devagar!!!

Anônimo disse...

Ficar em casa custa menos do que o governo paga. Ser professor hoje se tornou insustentável.