segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Veja e ouça o vídeo com a reportagem sobre a execução do petista Celso Daniel

Completa 10 anos a morte do ex-Prefeito Celso Daniel. Ele foi assassinado quando já tinha sido convidado para coordenar a campanha de Lula, cargo que depois foi para Antonio Palocci.

. Foi um assassinato político, tramado e realizado a mando de líderes do PT de São Paulo, segundo denúncia dos irmãos do morto.

. Esta reportagem de 2005, conta com fidelidade o que aconteceu e as implicações políticas relacionadas com o crime.

CLIQUE AQUI para ver e ouvir.

9 comentários:

Anônimo disse...

Marcos Cavalcante (irmão do Marcelo)

Caro Políbio,

Em uma matéria publicada no blog do Noblat no dia 30 de março de 2010 intitulada: “Mais gente pode ir para a cadeia, diz Sombra” tem um comentário, a meu ver, muito apropriado do que pode também ter acontecido com o meu irmão Marcelo.

O modus operandi é muito parecido. Basta lembrarmos as tais mensagens com teor suicida que foram enviadas pelo celular do Marcelo, digo e repito, pelo celular do Marcelo e não pelo Marcelo somente para o celular da alegre “viúva” Magda, diferente do que foi noticiado pela mídia, pela polícia e pelo MPDFT de que a Marcelinha, filha do Marcelo, também teria recebido mensagem com teor suicida.

Vale lembrar que a Magda tinha um hábito contumaz de usar o celular do Marcelo para mandar torpedos para seus familiares e amigos, inclusive até levando um dos celulares do Marcelo para viagem, tendo em vista o Marcelo possuir 2 telefones. Também vale ressaltar que a Marcelinha jamais recebeu qualquer outro tipo de mensagem/torpedo do Marcelo, já que ele não tinha esse hábito. Nada melhor do que a verdadeira família do Marcelo para afirmar isso depois do acesso que tivemos à parte do inquérito policial da morte do Marcelo e pudemos constatar que a única destinatária das mensagens/torpedos era a “viúva” Magda. Isso é muito estranho, será que não chamou a atenção nem da delegada, nem do promotor?

VAMOS AO COMENTÁRIO:

Apelido: Caldim - 30/3/2010 - 14:01
Toda vez que tocam no nome do ressurecto Celso Daniel eu me lembro de um outro nome:

Carlos Delmonte Printes, o LEGISTA!

Ele era tão bom legista que FOI ASSASSINADO! Mas, diferente do assassinato de Celso Daniel o de Delmonte foi muito melhor planejado:

Os ptistas ligaram para a ex-sogra dele (usando o telefone dele e imitando sua voz) e disseram que ele não conseguiria viver sem a ex-mulher.

Também transferiram R$ 100 mil da conta dele pra ex-mulher e de novo ao telefone (fingindo ser ele) disseram que era para cuidar da saúde e educação dos filhos...

Também falaram para o filho dele (como se fosse ele) que tinha feito exames e radiografias com um médico amigo (o médico nega e diz que ele era avesso a exames).

Por fim, os espertos ptistas misturaram remédios e o fizeram ingerir, dois dias depois de obrigá-lo a escrever várias cartas de despedida, inclusive de como queria seu velório!

Esta quadrilha conseguiu o que nenhum filme policial americano fez: o crime sem crime!

Esse comentário chega a me dar arrepios, tamanha a petulância desses escroques. Realmente, tentar empurrar com a barriga uma farsante tese de suicídio e tentar esconder e acobertar um cruel e bárbaro assassinato não é coisa para pessoas normais, mas sim para profissionais.

Marcos Cavalcante (irmão do Marcelo)

Anônimo disse...

Marcos Cavalcante (irmão do Marcelo)

No caso do meu irmão Marcelo, desde o início das investigações e principalmente depois da troca de delegados na Polícia Civil do DF, tanto na polícia quanto no MPDFT o desfecho do caso já estava decidido e isso foi de fácil percepção. Lembro-me quando comecei a verificar a blindagem que a polícia começou a fazer à principal suspeita de participação na morte do meu irmão, sra. Magda Koenigkan e intitulada de viúva pela grande mídia do RS, e procurei o MPDFT, qual foi a minha grande decepção, parece que eu tinha me deparado com um advogado de defesa da tal “viúva”. O incrível foi o promotor Maurício Miranda querendo me convencer de que o Marcelo teria pulado da ponte JK ao me mostrar as imagens dele caminhando na ponte e depois congelá-las e me falar que a família nunca aceita o suicídio e que as imagens poderiam ser pesadas e eu insistindo para ver a sequência e ele não me mostrar e pedir para eu procurar o promotor Marcelo Leite Borges, responsável pela investigação. Menos de 10 dias depois de o promotor Maurício ter me mostrado as imagens fui recebido pelo promotor Leite Borges e a primeira pergunta que lhe fiz foi pedir para ver a sequência daquelas imagens e ele espantosamente me falar que não tinha conhecimento de imagem alguma. Entre a minha primeira visita ao promotor Borges, na primeira quinzena de abril de 2009 e a última visita no dia 2 de julho de 2009, mais ou menos 5 ou 6 visitas, sempre a primeira pergunta que eu lhe fazia era saber se ele havia conversado com o promotor Maurício Miranda e ele sempre falava que ainda não tinha conseguido falar com ele. O mais estranho é que eles trabalham em salas vizinhas no Ministério Público e provavelmente se veem quase todos os dias durante a semana. Qual foi a minha grande decepção, no dia 2 de julho o promotor Borges me falou que o promotor Miranda falou que não havia me mostrado imagem alguma. Lembro-me também que fui expulso do gabinete do promotor Leite Borges naquele 2 de julho. Acho que ele se sentia bastante acuado tamanho número de indícios de assassinato que eu sempre levava para ele em todas as minhas visitas. Antes do dia 2 de julho já estava bastante claro o futuro desfecho do caso. Como tenho 100% de certeza que a sequência daquelas imagens não seriam do Marcelo se atirando da ponte JK, mas muito provavelmente de o Marcelo entrando no carro de alguém posso afirmar que a tentativa de me convencer não deu certo e por isso o promotor Borges me falou não existir imagem alguma.

Pergunto aos caros amigos se eles acreditariam que justamente naquele fatídico 15 de fevereiro as imagens da ponte JK estariam quebradas ou se eles deram um jeito de apagar ou sumir? Lembrando que a ponte JK é monitorada por 2 câmeras de segurança, 24 horas por dia, 7 dias por semana?

Por causa disso e de muitas outras coisas estranhas eu sempre deixei bem claro que essas investigações, desde o início, sempre quiseram blindar, acobertar e esconder o que realmente aconteceu com o Marcelo, ou seja, uma emboscada e que culminou com o covarde, cruel e bárbaro assassinato do meu saudoso irmão Marcelo.

Marcos Cavalcante (irmão do Marcelo)

Kafka disse...

Q maravilha pior do que ouvimos é o que vemos os assassinos corruptos ordinários todos soltos por ai e ainda mandando no nosso povo.

Anônimo disse...

mas reparem no dialogo dos interlocutores...

a Justica nao achou nada ali de estranho, ja que tomou-se como certo de que foi um crime comum?

por que a preocupação exacerbada dos interlocutores?

a tensão eh nítida...

e se foi um crime comum, pra que diabos estariam eles se reunindo para traçar táticas de defesa?

e defesa de quem?

do bandido comum que, segundo "conclusão" do caso, tentou assaltar e acabou matando o ex-prefeito?

Luiz Vargas disse...

Quem era a delegada que estava encarregada das investigações e do inquérito?
Elizabete Sato!
O genro do presidente da República, é sobrinho da Delegada Elisabete Sato.
Elizabeth Sato é tia de Marcelo Sato, genro de Lulla, casado com Lurian, a filha que Lulla somente reconheceu após a campanha eleitoral de 1989, quando o assunto foi objeto de reportagem do jornalista Luiz Maklouf Carvalho (autor do livro sobre Lulla intitulado "Já Vi Esse Filme".
Como podemos perceber a "famiglia" PeTralha é uma grande "famiglia".
E esta "famiglia" está se espraiando pela América Latrina.

Anônimo disse...

Queima de arquivo, simples assim ! Marcos, no teu caso, não tens nada que possas fazer para acelerar esse processo ?

Anônimo disse...

Minha solidariedade ao Marcos Cavalcante. Um dia eles caem...

Anônimo disse...

A verdade do Pt, a morte de Daniel. Quando da democratização do País, nos anos vindouros a comissão da verade dos anos do pt,será por certo uma dica de como matar companheiros. São uns canalhas e tem gente que ainda acredita nesta gente..........tenho pena das gerações que estão aí se criando com este bando de corruptos falsos e assassinos.

Anônimo disse...

Marcos Cavalcante (irmão do Marcelo)

Agradeço ao anônimo das 11h51 pela solidariedade e aproveito para me solidarizar com os familiares do ex-prefeito Celso Daniel e informar o quanto é difícil romper uma blindagem imposta pelas investigações e desmascarar essas grandes farsas e totalmente premeditadas.

Sempre eu deixei bem claro que o que aconteceu com o Marcelo provavelmente é muito parecido com o que aconteceu com os ex-prefeitos Celso Daniel e Toninho do PT, principalmente o modus operandi.

Infelizmente quando se tem um ente querido envolvido é difícil de você manter-se calado e inerte, diferente da investigação, que a todo instante ignorou os vários indícios de assassinato, mantendo-se inerte. Não foram somente colocados pelos verdadeiros familiares do Marcelo, em seus poucos e esclarecedores depoimentos, como também por alguns amigos do Marcelo e que também prestaram depoimentos em virtude, ou de terem encontrado, ou de terem falado ou de terem visto o Marcelo momentos antes da emboscada que lhe fizeram, culminando assim com uma calculada, fria, cruel, covarde e bárbara morte.

Após a troca de delegados na 10ªDP do Lago Sul, em Brasília, ficou bastante evidente a mudança de rumo da investigação, que passou a defender apenas e tão somente e de maneira bastante efusiva a hipótese de suicídio, ignorando, assim, a hipótese de assassinato, como também ignorou o que tinha a dizer os verdadeiros familiares do Marcelo, principalmente depois do acesso que tivemos à parte do inquérito policial, tamanha a grandeza de detalhes e ter partido rapidamente em busca das contradições e mentiras contadas principalmente pela “viúva” termo este intitulado pela grande mídia gaúcha, mas principal suspeita, de acordo com nossa família, desde o início das investigações, como também segundo os dois primeiros delegados e pelo investigador que estiveram à frente do caso no início das investigações, que estranhamente deixaram o caso após desconfiarem de a “viúva” possivelmente estar por trás da emboscada que lhe fizeram.

Cheira algo muito podre na PCDF uma delegada passar a ser a responsável pelo inquérito que investigava a morte do Marcelo e jamais ter consignado qualquer depoimento dos seus verdadeiros familiares. Lembrando também que o termo “viúva” foi empregado tão somente pela polícia e pela grande mídia gaúcha, mas jamais empregado pelas pessoas que amavam e ainda amam o Marcelo.

Vale lembrar que a Justiça Divina tarda, mas não falha. Aqui também estão incluídos não somente os verdadeiros culpados como também os que têm a obrigação e o dever de apontá-los, julgá-los e puni-los!

Conto com a colaboração do povo gaúcho nesta difícil empreitada.

A cada instante e a cada hora com mais saudade do meu querido e inesquecível irmão, despeço-me, reiterando que a Justiça Divina tarda, mas não falha e acredito que Ela não deixará de punir os verdadeiros culpados!

Marcos Cavalcante (irmão do Marcelo)