Só Para Porto Alegre - Você percebe mais Brigada nas ruas ?

quinta-feira, 28 de abril de 2011

O PT do RS, quem diria, oferece renúncias fiscais e dinheiro fácil para o Pólo Naval

O editor analisou detidamente o projeto de Lei 41/2011, transformado depois na Lei 13.710, que instituiu no dia 7 de abril o Programa de Estruturaçã, Investimento e Pesquisa em Gás Natural, Petróleo e Indústria Naval do Rio Grande do Sul, PGPIN.

. Trata-se do Pólo Naval de Rio Grande, criado pioneiramente pelo ex-governador Germano Rigotto e consolidado durante o governo Yeda Crusius.

. O Pólo Naval só saiu porque o governo Lula resgatou para o Brasil a indústria da construção naval.

. Este PGPIN é um avanço extraordinário para o Pólo Naval, que agora não é mais de Rio Grande, mas do Rio Grande do Sul.

. É uma iniciativa extraordinária do governo do Sr. Tarso Genro. Ele nem lembra o bolorento governo do Sr. Olívio Dutra. Com Tarso Genro no Piratini, a Ford não teria ido embora do Estado.

. Olívio Dutra e seu fiel escudeiro, o deputado Raul Pont, nada mais ouvem, nada mais dizem e nada mais enxergam.

. O que mais chamou a atenção do editor é que o governo atual do PT do RS renunciou ao discurso rançoso, reacionário, populista, demagógico e cínico, que sempre foi o de repudiar renúncias fiscais e ajuda financeira aos empresários dispostos a investir no Estado, gerando riqueza e empregos.

. O governador Tarso Genro atacou a governadora Yeda Crusius por conceder renúncias fiscais e dinheiro fácil do governo para os empresários, mas o PGPIN contempla exatamente isto (art. 3, alíneas C e D).

- O PT e o governador Tarso Genro ainda devem uma completa autocrítica ao povo gaúcho. Enquanto isto não ocorrer, a vitória de ambos no ano passado não pode ser considerada nada além de um estelionato eleitoral.

CLIQUE AQUI para examinar o projeto inicial.
CLIQUE AQUI para examinar a lei promulgada por Tarso Genro.

3 comentários:

Anônimo disse...

Tô dizendo, que iríamos, endireitar esses caras aí. A ferro e fogo,... mas vamos! Arno Edgar Kaplan

Anônimo disse...

Se concede, é incoerente, se não concedesse, seria radical. Gaúcho acha que fazer oposição é usar jogo de palavras...

Luiz disse...

Estas pimentinhas de vez em quando até que é bom de ler