INSS chama mais 10 mil gaúchos para perícia no auxílio doença. Fraudes já chegam a 86,7% do bolo de benefícios.

9.986 trabalhadores gaúchos que gozam de auxílio-doença, terão prazo até as 22h de amanhã para provar que não fraudaram o INSS.

Os nomes saíram no Diário Oficial da União de hoje.

Até agora, foram realizadas no Estado um total de 31.434 perícias e 27.256 foram canceladas.

Isto equivale a 86,7%.

O total economizado é de R$ 469 milhões.

6 comentários:

Justiniano disse...


Isso demonstra como grande parte do povo brasileiro é corrupto e safado.

São muitos casos de fraude nesse auxílio doença enquanto muitos que precisam não são atendidos.

Unknown disse...

Tudo de conformidade com a OAB, cujos "adevogados" fazem o encaminhamento!!!

Anônimo disse...

Não acho que seja isso tudo não. O Governo Federal quer economizar de qualquer jeito, exceto para maus empresários via novo parcelamento de refis a perder de vista.
O problema é que os peritos(médicos) não deveriam ser ligados ao INSS, deveriam ser terceirizados.
O que se vê é que os peritos estão mandando todo mundo trabalhar, a pessoa tendo condições ou não. E aí mais uma vez os casos irão para o judiciário, que já está cheio de processos desse tipo. Até o governo ser obrigado a pagar vai demorar muito.
Só acho que os médicos peritos devem uma explicação à sociedade. Não cabe a eles fazer fluxo de caixa para o governo.

Anônimo disse...

AS IMAGENS DA PROPINA DE AÉCIO, LÍDER DO GOLPE:

A revista Época publica, nesta sexta-feira, as imagens da propina de R$ 2 milhões paga pela JBS ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), que perdeu as eleições de 2014, mas assaltou o poder ao liderar o golpe de 2016, em parceria com Eduardo Cunha e Michel Temer; foram três pagamentos de R$ 500 mil para Aécio, entregues pelo ex-diretor da JBS Ricardo Saud ao primo de Aécio, Frederico Pacheco; Aécio, na prática, hoje governa o Brasil, pois indicou quatro ministros e o presidente da Petrobras, Pedro Parente; foi também ele quem orientou um aliado, o deputado Paulo Abi-Ackel a produzir o parecer que salvou Temer; novo pedido de prisão de Aécio, feito pelo procurador geral Rodrigo Janot, deve ser julgado em breve, pela 1ª Turma do STF; as imagens são chocantes.

4 DE AGOSTO DE 2017

247 - A revista Época publica, nesta sexta-feira, as imagens da propina de R$ 2 milhões paga pela JBS ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), que perdeu as eleições de 2014, mas assaltou o poder ao liderar o golpe de 2016, em parceria com Eduardo Cunha e Michel Temer.

As fotos registram a organização e o empacotamento dos R$ 2,4 milhões em cash entregues a prepostos de Michel Temer, do senador Aécio Neves e do doleiro Lúcio Funaro.

"ÉPOCA reconstituiu a cena por meio de gravações autorizadas pela Justiça (ouça um dos áudios) se de entrevistas reservadas com participantes da ação controlada. Reconstituiu, também, as outras quatro entregas de dinheiro vivo acompanhadas pela PF entre abril e maio deste ano, na Operação Patmos, resultado das delações dos executivos da JBS. Os cinco pagamentos somaram R$ 2,4 milhões. Foram três entregas de R$ 500 mil destinadas a Aécio, uma de R$ 400 mil destinada ao doleiro Lúcio Funaro e, por fim, uma de R$ 500 mil destinada ao presidente Michel Temer - aquela da mala preta com rodinhas, que cruzou velozmente as calçadas de São Paulo graças às mãos marotas de Rodrigo Rocha Loures, o "longa manus" do peemedebista, nas palavras da Procuradoria-Geral da República.

O empresário Frederico Pacheco, o Fred, primo de Aécio, foi quem recebeu as três malas com R$ 500 mil em propina ao senador tucano, segundo as delações da JBS. "Começou no dia 5 de abril, voltou no dia 12, já sob monitoramento da PF, e manteve o cronograma nas semanas seguintes: encontrou Saud, no mesmo local, também nos dias 19 de abril e 3 de maio. Cumpria a tarefa enquanto o Brasil conhecia o teor das delações da Odebrecht; enquanto o país assistia aos depoimentos do executivos da empreiteira, que tanto incriminavam Aécio. 'Eu durmo tranquilo', disse Fred no segundo encontro, logo após racionalizar os crimes que cometia como um ato isolado, que não o definia. 'Se eu te contar uma coisa você não vai acreditar: a única pessoa com quem eu tratei em espécie foi você. A única pessoa que pode falar de mim é você'. Saud deixou-o à vontade para desabafar. 'Como é que eu não faço? Tenho um compromisso de lealdade com o Aécio', disse o delator da JBS.

PS: Pois é. Cadê as fotos das malas de dinheiro do PT? E as da Dilma e do Lula? Esses idiotas são uns imorais mesmo. Pelo menos um extrato, será que eles tem?

Anônimo disse...

CHEFE DO EXÉRCITO VAI ÀS REDES E CRÍTICA CAOS FISCAL DE TEMER E MEIRELLES:

O general Eduardo Villas Boas, comandante do Exército, usou seu perfil no Twitter para criticar o aperto orçamentário que a força terrestre está sofrendo; a instituição está enfrentando um grave contingenciamento de recursos que, segundo fontes militares, está praticamente paralisando os programas estratégicos do Exército, como o Sisfron, sistema de vigilância de fronteiras; contingenciamento de recursos é resultado do caos econômico de Henrique Meirelles e Michel Temer: enquanto Meirelles produziu um rombo anual de R$ 160 bilhões e estourou a meta, Temer gastou R$ 13,4 bilhões só pra se salvar; com isso, governo agora é obrigado a cortar em serviços básicos, como a defesa do País.

4 DE AGOSTO DE 2017

247 - O comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas, usou as redes sociais para criticar o aperto orçamentário que a força terrestre está sofrendo. A crítica foi feita nesta quinta-feira, 3, em seu perfil no Twitter. Os recursos hoje disponíveis nos caixas do Exército são suficientes para que se chegue apenas até o mês de setembro.

“Conduzo seguidas reuniões sobre a gestão dos cortes orçamentários impostos ao @exercitooficial. Fazemos nosso dever de casa, mas há limites”, disse o general no microblog, ao falar sobre as dificuldades que a instituição está enfrentando e o grave contingenciamento de recursos que, segundo fontes militares, está praticamente paralisando os programas estratégicos do Exército, como o Sisfron, sistema de vigilância de fronteiras.

A principal queixa dos militares é de que o governo federal impõe seguidas missões ao Exército em todas as áreas, mas a equipe econômica não repassa os recursos necessários para o desempenho dos trabalhos. A última delas foi no Rio, com uma nova ida de tropas para as ruas, para tentar oferecer segurança à população.

As informações são de reportagem de Tânia Monteiro no Estado de S.Paulo.

PS: ]Bom sinal, até o EB já está perdendo a paciencia com O traíra. Caminho para Lula2018 está bem pavimentado. Agora é administrar os fracassos das panelas e esperar 2018 com paciência.

Anônimo disse...

Lacaio das esquerdas!