Lançamentos de imóveis mostraram recuperação em abril

Os lançamentos de imóveis residenciais, ao somar 3,1 mil unidades, subiram 96,6% em abril, comparando com o mesmo mês de 2016, conforme divulgado ontem pela Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). No mesmo período, as vendas totalizaram 2,7 mil imóveis, o que responde a um recuo de 11,2%, sendo que os distratos responderam por 39,6% das vendas. 

Nos últimos doze meses, os lançamentos acumularam alta de 8%, as vendas recuaram 2% e os distratos responderam por 50,9% das vendas. Nesse período, os empreendimentos do programa Minha Casa Minha Vida ganharam relevância, com aumento de 14,8% dos lançamentos e de 18,7% das vendas. 

Os economistas do Bradesco, que esta manhã enviaram esta análise ao editor, acham que a melhora do mercado imobiliário residencial ocorrerá de forma gradual ao longo do segundo semestre deste ano, à medida que os ajustes dos estoques forem avançando e a retomada da atividade econômica for se consolidando.

5 comentários:

Anônimo disse...

DEPRESSÃO DE TEMER FAZ PRODUÇÃO DE VEÍCULOS DESPENCAR 15,4% EM JUNHO:

Produção de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus no Brasil em junho caiu 15,4% sobre maio, para 212,3 mil unidades, informou a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea); na comparação com junho do ano passado, a produção teve alta de 15,1%; no acumulado dos seis primeiros meses do ano, o setor registrou crescimento de 23,3% no volume produzido sobre o mesmo período do ano passado; aumento da produção na comparação com 2016 foi apoiado pelas exportações.

6 DE JULHO DE 2017

Reuters - A produção de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus no Brasil em junho caiu 15,4 por cento sobre maio, para 212,3 mil unidades, informou nesta quinta-feira a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Na comparação com junho do ano passado, a produção teve alta de 15,1 por cento. Já no acumulado dos seis primeiros meses do ano, o setor registrou crescimento de 23,3 por cento no volume produzido sobre o mesmo período do ano passado, a 1,26 milhão de veículos.

O aumento da produção na comparação com 2016 foi apoiado pelas exportações. As vendas externas do Brasil em junho de veículos subiram 40,9 por cento sobre um ano antes, para 66.059 unidades. No semestre, houve crescimento de 57,2 por cento na comparação anual, para 372.563 veículos.

Em valores, e incluindo máquinas agrícolas, as exportações do Brasil no mês passado somaram 1,37 bilhão de dólares, alta de 54,4 por cento sobre junho de 2016. No semestre, o valor somou 7,4 bilhões de dólares, crescimento anual de 53 por cento.

A venda de veículos novos em junho caiu 0,3 por cento sobre maio, mas subiu 13,5 por cento ante junho de 2016, para 195 mil unidades. No semestre, as vendas de veículos subiram 3,7 por cento ante 2016, para 1,02 milhão de unidades.

(Por Alberto Alergi Jr.)

Rudnei Costa disse...

O Temer caindo e o blog num vácuo político inexplicável!!! Teu Temer vai cair Polibio!!! Aliás, tenho horror ao PT, mas defender o Temer é também ter bandido de estimação!!!

Anônimo disse...

BRASILEIROS VIVEM HÁ ANOS NA DITADURA!

AS FORÇAS ARMADAS FORAM CORROMPIDAS E SUCATEADAS.

O POVO VOTOU CONTRA O DESARMAMENTO, MAS LULA-DRÃO CAGOU PROS VOTOS DO POVO!

AS URNAS ELETRÔNICAS SÃO FRAUDADAS DESCARADAMENTE HÁ ANOS PELO LULOPETISMO E POR DIAS TÓFFOLI NO TSE.

NOSSOS VOTOS TAMBÉM SÃO ROUBADOS, ALÉM DO DINHEIRO E NOSSO TEMPO DE DESCANSO.

LEIS PREVIDENCIÁRIAS SÃO IMPOSTAS!

NOSSO DINHEIRO É ROUBADO E EXPATRIADO!

VAI PARA OUTROS PAÍSES COM DITADURAS.

NÓS TEMOS QUE TRABALHAR ATÉ MORRER, PRA SUSTENTAR VÁRIAS DITADURAS, ALÉM DA DITADURA NO BRASIL.

Ultra 8 disse...

OS imóveis que estão a venda as pencas não vendem,imaginem mais alguns novos...no mundo do faz-de-conta, tudo acontece...

Só há uma atividade econômica em ascensão,a atividade criminosa...

Anônimo disse...

Nossa, o editor às vezes também precisa ler as notícias por inteiro. O setor não recuperou coisa alguma. Lançar não significa vender. Há muito estoque pra pouco comprador.