TSE excluirá provas e inocentará Dilma+Temer por 4 x 3

Os sete ministros que julgam a impugnação da chapa Dilma-Temer voltarão as 14h30min, mas ficou evidente, est amanhã, que ocorrerão os seguintes dois votos decisivos de aprovação:

1) As provas de Odebrecht e João Santana não serão aceitas.
2) Dilma e Temer serão inocentados.

Tudo isto vislumbra-se nas posições da maioria, Gilmar Mendes entre eles.

PT e PMDB vencerão por 4 x 3.

Os advogados de Dilma e de Temer estão afinadíssimos com os quatro ministros que os apoiam.

5 comentários:

Anônimo disse...

Sobra de campanha foi usada para a compra dos votos favoráveis a presunção da inocência. Justiça brasileira além de cara, ineficiente é corrupta.

Anônimo disse...

É isso...e uma aposentadoria eterna para aquela velha desgracada e agora tambem para este traste do pmdb

Emmanuel Carlos disse...

Em síntese: a eterna marmelada ....
Não tem jeito, Benedita da Silva é que está certa ... mas, com o sangue errado.

Anônimo disse...

Caro Políbio
Se a maior parte dos ministros não vão aceitar as provas da Odebrecht, por que a chamaram para depor, inclusive o João Santana e a Mônica Moura e, na ocasião, aceitaram os depoimentos como prova por unanimidade? A decisão que desponta não tem pé nem cabeça. É definitivamente a morte do TSE que não presta pra nada, a não ser para proteger corruptos, claro!
Esther

Anônimo disse...

ERRADO o editor chapa branca. Novamente querendo misturar o joio com o trigo.

Os Ministros Nomeados nos governos do PT votam pela "cassação". São eles o Relator, Min Herman Benjamin (nomeado ao STJ por lula, entra o TSE pelo sistema de rodizio); Luiz Fux (nomeado ao STF por Dilma - está no TSE pelo sistema de rodizio) e Rosa Weber (nomeada ao STF por Dilma - está no TSE pelo sistema de rodizio). O

PS: O Ministro Napoleão também foi nomeado por lula para o STJ por ter tido a maioria de votos em uma listra triplice a um membro de Tribunal Regional Federal, ou seja, no governo Lula, sempre que teve listra triplice, lula sempre indicava o mais votado, assim foi também com o PGR.