Artigo, Ricardo Noblat, O Globo - Avança a reforma da Previdência

De um deputado irredutível adversário da reforma da Previdência, o presidente Michel Temer ouvirá, hoje, em audiência especial que cresceram as chances de ela vir a ser aprovada pela Câmara.

Será necessário um mínimo de 308 votos de um total de 513. O governo acha que conta com quase 320. Trabalha para chegar ao dia da votação com pelo menos 350.

O ambiente na Câmara melhorou para a reforma com as mudanças feitas pelo governo no projeto original, a distribuição de mais cargos entre os partidos e de mais dinheiro para a construção de pequenas obras nos redutos eleitorais dos deputados.

Some-se a isso pelas de propaganda que destacam a preservação dos direitos previdenciários dos mais pobres; os sinais de recuperação da economia e a impressão generalizada de que a Justiça Eleitoral poupará Temer no processo de impugnação da chapa que concorreu às eleições de 2014.

Mesmo assim, é possível que a votação da reforma na Câmara fique para o final de junho próximo ou começo de julho.

8 comentários:

Anônimo disse...

A imprensa brasileira é um lixo, venal, pagou levou a opinião.
25 anos de contribuição apenas 20 % dos trabalhadores conseguem.
Estão tentando um massacre nos trabalhadores.

Anônimo disse...

Reforma comprada. O preço que estão pagando, perdoando quem não paga para a previdência, daria para não penalizar o trabalhador da inciativa privada. Já enviei recado para alguns deputados e senadores e garantindo que não terão meu voto. Se todos os brasileiros fizessem isto, seríamos ouvidos e repeitados. Afinal de que adianta um político receber agora para aprovar a previdência e perder a fonte se não for eleito. Político vive de voto e este é a nossa única moeda de troca. Lembrando, a maioria dos políticos não votam a seu favor, votam a favor de seus interesses, até porque na maioria dos casos nem sabem no que estão votando.

Anônimo disse...

Isso de distribuir cargos e liberar dinheiro não é comprar deputados? Pq é o temer pode?

Anônimo disse...

Vai ser barbada aprovar a reforma da Previdencia, DESDE QUE O TEMER RESOLVA COMPRAR OS DEPUTADOS QUE DIZEM QUE ESTÀO NEUTROS, DO PMDB, PP, PSDB, PTB

Anônimo disse...

Bolsonaro foi acusado por indisciplina e deslealdade no Exército:

Ex-capitão chegou a ser considerado culpado por um Conselho de Justificação formado por três coronéis, mas foi absolvido pelo STM

Zero Hora. 15/05/2017.Rafaela Martins/Agencia RBS

Bolsonaro foi acusado por indisciplina e deslealdade no Exército

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) admitiu, em 1987, que cometeu atos de indisciplina e deslealdade em relação aos superiores no Exército. Conforme reportagem do jornal Folha de S.Paulo, que obteve a documentação com os dados da Superior Tribunal Militar (SMT), o então capitão foi acusado por cinco irregularidades e chegou a ser considerado culpado por um Conselho de Justificação formado por três coronéis, em uma espécie de inquérito.

O caso, no entanto, chegou ao STM, onde Bolsonaro foi absolvido por oito votos a quatro. Bolsonaro foi julgado por ter escrito um artigo à Revista Veja, em 1986, sem pedir autorização dos superiores. No texto, ele defendia o aumento dos salários pagos às tropas. O ex-capitão também foi investigado por ter afirmado à mesma publicação, meses depois, que ele e outro oficial planejavam um ataque a unidade militares do Rio com bombas-relógio.

Em reportagem publicada pela Veja, na época, Bolsonaro explicava como se constrói uma bomba-relógio e dizia que o plano envolvia apenas "a explosão de algumas espoletas". A revista também divulgou esboços atribuídos ao ex-capitão.

Ao Conselho de Justificação e ao STM, Bolsonaro negou ter planejado qualquer ataque com bombas e citou dois testes grafotécnicos que resultaram inconclusos. Uma perícia da Polícia Federal (PF), entretanto, apontou que as anotações sobre o plano com bombas pertenciam a ele. A conclusão serviu como base para a decisão que o considerou culpado no Conselho de Justificação. No STM, o ex-capitão reconheceu a autoria do artigo, mas negou o plano envolvendo as bombas. Ele foi absolvido meses depois.

Os documentos obtidos pela Folha apontam que o deputado federal chegou a ser preso por 15 dias por "ter ferido a ética, gerando clima de inquietação na organização militar". Em 1987, Bolsonaro assinou um documento em que reconheceu ter cometido uma "transgressão disciplinar".

Procurada, a assessoria de imprensa de Bolsonaro afirmou que a reportagem "é idiota e imbecil" e perguntou "quem estava pagando" pela matéria. O assessor do deputado ainda disse que a "pauta é uma merda" e não quis anotar o telefone de contato do repórter para dar a versão do deputado sobre o tema. O parlamentar não se manifestou.

PS: Se Lula e Dilma, que não foram militares e tiveram a ficha montada pelo Regima militar a direita diz horrores, o que dirão de Bolsoraro, cujs dados são "oficiais" do STM? Subversivo? Vagabundo? Criminoso? psicopata?

Anônimo disse...

Bolsonaro foi acusado por indisciplina e deslealdade no Exército:

Ex-capitão chegou a ser considerado culpado por um Conselho de Justificação formado por três coronéis, mas foi absolvido pelo STM

Zero Hora. 15/05/2017.Rafaela Martins/Agencia RBS

Bolsonaro foi acusado por indisciplina e deslealdade no Exército

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) admitiu, em 1987, que cometeu atos de indisciplina e deslealdade em relação aos superiores no Exército. Conforme reportagem do jornal Folha de S.Paulo, que obteve a documentação com os dados da Superior Tribunal Militar (SMT), o então capitão foi acusado por cinco irregularidades e chegou a ser considerado culpado por um Conselho de Justificação formado por três coronéis, em uma espécie de inquérito.

O caso, no entanto, chegou ao STM, onde Bolsonaro foi absolvido por oito votos a quatro. Bolsonaro foi julgado por ter escrito um artigo à Revista Veja, em 1986, sem pedir autorização dos superiores. No texto, ele defendia o aumento dos salários pagos às tropas. O ex-capitão também foi investigado por ter afirmado à mesma publicação, meses depois, que ele e outro oficial planejavam um ataque a unidade militares do Rio com bombas-relógio.

Em reportagem publicada pela Veja, na época, Bolsonaro explicava como se constrói uma bomba-relógio e dizia que o plano envolvia apenas "a explosão de algumas espoletas". A revista também divulgou esboços atribuídos ao ex-capitão.

Ao Conselho de Justificação e ao STM, Bolsonaro negou ter planejado qualquer ataque com bombas e citou dois testes grafotécnicos que resultaram inconclusos. Uma perícia da Polícia Federal (PF), entretanto, apontou que as anotações sobre o plano com bombas pertenciam a ele. A conclusão serviu como base para a decisão que o considerou culpado no Conselho de Justificação. No STM, o ex-capitão reconheceu a autoria do artigo, mas negou o plano envolvendo as bombas. Ele foi absolvido meses depois.

Os documentos obtidos pela Folha apontam que o deputado federal chegou a ser preso por 15 dias por "ter ferido a ética, gerando clima de inquietação na organização militar". Em 1987, Bolsonaro assinou um documento em que reconheceu ter cometido uma "transgressão disciplinar".

Procurada, a assessoria de imprensa de Bolsonaro afirmou que a reportagem "é idiota e imbecil" e perguntou "quem estava pagando" pela matéria. O assessor do deputado ainda disse que a "pauta é uma merda" e não quis anotar o telefone de contato do repórter para dar a versão do deputado sobre o tema. O parlamentar não se manifestou.

PS: Se Lula e Dilma, que não foram militares e tiveram a ficha montada pelo Regima militar a direita diz horrores, o que dirão de Bolsonaro, cuja dados são "oficiais" do STM? Subversivo? Vagabundo? Criminoso? psicopata?

Anônimo disse...

Políbio, por favor, tira esse cara que posta sobre o Bolsonaro.

Anônimo disse...

Tem gente que não consegue enxergar além do seu umbigo mesmo, tal a cegueira que expressam. Se o Temer tiver que comprar a reforma, será o dinheiro mais bem empregado a favor do Brasil que já houve. Existem mantras repetidos que não se sustentam, pois na essência o que muda é o aumento de idade. O tempo de contribuição de 25 anos é o minimo aceitável, e falar que isto é muito chega a ser ridículo. As regras são aquelas que no mundo inteiro já são aplicadas, e com maior rigor. Vamos parar de sonhar e criticar apenas pela critica. Existem imperfeições, existem. Existem privilégios, existem. Mas é o que agora se pode aprovar. O ótimo sempre foi o maior inimigo do bom. Isto é universal. Para acabar com os privilégios corporativos, apenas se tivermos voto distrital. Escrevam isto e não esqueçam. Estudem sobre modelos eleitorais, informem-se.