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quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

PMDB, de Temer, vota em peso para retirar contrapartidas em socorro aos Estados

O PMDB, partido do presidente Michel Temer, deu o maior número de votos favoráveis à retirada das contrapartidas ao socorro dos Estados no projeto de renegociação das dívidas com a União aprovado nesta terça-feira, pela Câmara.

Dos 66 deputados da bancada peemedebista, a maior da Casa, 50 participaram da votação e 47 deles se manifestaram a favor do fim das exigências para que o governo federal atenda aos entes regionais. Houve apenas dois votos contrários e uma abstenção.

O levantamento foi feito pelo Broadcast, do Grupo Estado.

6 comentários:

Anônimo disse...

PMDB continua pensando que existe almoço grátis. Quando seus Estados explodirem ficarão surpresos. Mirem-se no exemplo do Rio de Janeiro. Lá já é caso perdido. Mas o governo garantiu dinheiro para as escolas de samba e nenhum carioca protestou...

Anônimo disse...

Jesus! Que ESCRAVIDÃO!

Anônimo disse...

DESOBEDICI, acrônimo de Desobediência Civil.

Anônimo disse...

Temer já era.

Anônimo disse...

Oposição vai ao STF contra presente bilionário de Temer às teles:

Jefferson Rudy/Agência Senado

Líder da oposição, Lindbergh Farias (PT-RJ), e outros 12 senadores impetraram mandado de segurança contra o presente do governo de Michel Temer às empresas de telecomunicações, com entrega de patrimônio estatal físico avaliado em R$ 68 bilhões e perdão de multas avaliadas em R$ 20 bilhões; "A aprovação da doação às telefônicas teve processamento irregular, sua sanção por Temer será criminosa", denunciou o senador Roberto Requião (PMDB-PR), sobre o projeto de autoria do deputado Daniel Vilela (PMDB-GO), aprovado no último dia 6; "100 bilhões para as telefônicas e 49 anos de trabalho para o povo se aposentar. Temeridade?", coloca ainda Requião; o recurso foi distribuído no STF ao ministro Teori Zavascki, mas por conta do recesso, está nas mãos da presidente do Supremo, Cármen Lúcia.

Anônimo disse...

Cabe ao presidente Temer vetar esse incentivo a estados caloteiros, cada um que pague pelo seus pecados, não podemos abrir precedentes para estados governados por picaretas.