A confusão do habeas copus

O leitor Carlos Leivas Cardoso, Curitiba, esclarece as razões que segundo ele os incidentes processuais de domingo foram tão atrapalhados:

- O PT impetrou um habeas copus e não um habeas corpus.

Há controvérsia.

8 comentários:

GRELO DURO disse...

Habeas Copus, absolutamente, SEM controvérsia !

Anônimo disse...

Do latim Habeas Corpus, "corpo livre", o melhor que se pode fazer é deixar aquele corpo preso em Curitiba por 12 anos e ponto final.Este corpicho barbudo deitou e rolou com nosso dinheiro.Um pilantra.Um corpo muito safado.

Anônimo disse...

Espero que o protagonista da tentativa insana de golpe seja enquadrado por prevaricação.

Anônimo disse...

Vamos prender o ladrao e mentiroso do Polibio .
Lula presidente

Anônimo disse...

Os ricos fizeram leis para nunca serem punidos e ninguem criticava.
Agora o Lula está usando as mesmas leis

Anônimo disse...

12 ANOS É MUITO POUCO

TEM QUE FICAR UNS TRINTA PARA FORA, BOM QUE FOSSE PARA SEMPRE, POIS O MAL QUE CAUSOU FOI PARA SEMPRE, IRRECUPERAVEL.

Anônimo disse...

Dodge: rápida e implacável com Favreto, omissa com a República de Curitiba

QUI, 12/07/2018 - Cíntia Alves

Jornal GGN - Raquel Dodge já representou contra o desembargador que concedeu liberdade a Lula em duas frentes. Numa delas, no Conselho Nacional de Justiça, pede a pena máxima para Rogério Favreto: a aposentadoria compulsória. Enquanto isso, as denúncias sobre a polêmica indústria da delação premiada repousam na mesa da comandante do Ministério Público Federal. Dodge notabiliza o uso de dois pesos e duas medidas quando o assunto é Lula e os abusos da República de Curitiba.

Até o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, já cobrou publicamente a procuradora-geral sobre uma investigação contra os procuradores de Curitiba, pela suspeita de que eles escolhem os advogados com quem fecham acordos de colaboração.

Gilmar lembrou e citou nominalmente o caso do procurador Diogo Castor de Mattos, cujo irmão advogado, Rodrigo Castor de Mattos, atuou na defesa do marqueteiro João Santana. O que Dodge já fez a respeito? À época das declarações de Gilmar, a grande mídia divulgou que petistas estudariam representar contra a PGR por prevaricação - o mesmo crime que, agora ela imputa a Favreto.

A indústria da delação premiada na Lava Jato já foi objeto de reportagens especiais no GGN em parceria com o Diário do Centro do Mundo, e vem há muitos meses ocupando espaço em vários jornais.

Recentemente revelou-se, por exemplo, que uma das maiores bancadas de advocacia do País supostamente teria vendido "proteção" a doleiros. Fica a dúvida: teve algum membro do Ministério Público ou do Judiciário participação em esquema do gênero? Essa delação será apurada ou não interessa a Dodge mexer nesse vespeiro?

Foi no Superior Tribunal de Justiça que Dodge pediu uma investigação criminal contra Favreto por prevaricação. A notícia sobre a representação saiu menos de uma semana após o plantonista travar (e perder) uma guerra jurídica em torno do habeas corpus de Lula.

Enquanto é rápida e implacável com Favreto, Dodge é lenta e omissa em relação à República de Curitiba.

A reclamação pública de Gilmar, endereçada a Dodge, ocorreu em abril deste ano. No mesmo dia, o ministro também narrou a história de outro advogado que foi praticamente expulso da banca de Antonio Palocci por causa do suposto esquema em Curitiba.

Gilmar também cobrou posição contra Marcelo Miller, ex-procurador da República, ex-braço direito de Rodrigo Janot, que somente agora foi denunciado à Justiça por causa de sua participação no acordo de colaboração de empresários da J&F.

Por que Dodge não foi ao Conselho Nacional de Justiça pedir uma investigação quando Sergio Moro saiu em defesa de Carlos Zucolotto, acusado pelo advogado Rodrigo Tacla Duran de cobrar propina de 5 milhões de dólares para melhorar um acordo de delação que estava sendo negociado com os procuradores liderados por Deltan Dallagnol?

Por que não pediu investigação ao Conselho Nacional do Ministério Público contra os procuradores que participaram das negociações fracassadas com Duran - que, aliás, já apresentou indícios de que o Ministério Público no Paraná, de fato, ofereceu um acordo no molde prometido por Zucolotto.

Indícios só servem aos procuradores quando é Lula quem está no banco dos réus? Investigações só são solicitadas quando o magistrado foi favorável ao ex-presidente, à revelia ou mascarando os fundamentos de sua atuação?

Anônimo disse...


Cíntia Alves

Por favor, não venha aqui querer expor seu grelo duro.

Petista safada!