O fracasso da greve geral é mais uma derrota da vanguarda do atraso.

20 comentários:

Anônimo disse...

Na região noroeste do estado parou tudo, inclusive o comercio

Alberto disse...

...mas na Rádio Guaíba deram até espaço para que Jure'mala' e Taline, esquerdopatas ridículos, entrevistassem o Lularapio!

Anônimo disse...

Acabou o bolsa vadiagem !

Acabou a contribuição sindical !

Ao trabalho vagabundos !!

Anônimo disse...

O que está em disputa é o seguinte: Esquerda fabiana ( Temer/FHC/Soros) x Esquerda Marxista ( Lula/Castro/Maduro), e a direita fica assistindo !

Anônimo disse...

Falou tudo caro Políbio! Não havia como dar certo está greve em um momento em que o Brasil herdou exatamente dessa gente um déficit de 14 milhões de desempregados. É tanta gente sem noção que se vê entre eles gente empunhando a bandeira da Comunista Coréia do Norte, que infelizmente é comandada por um perverso e sanguinário ditador. Por outro lado dificilmente se vê uma bandeira brasileira. Essa gente é mesmo um encosto no povo trabalhador. Que Deus nos livre deles!

Anônimo disse...

Último suspiro do atraso....F

Anônimo disse...

Polibio Braga consegue ser mais governista do que a Globo, maior responsável pela sustentação do golpista governo Temer. Até o Jornal Nacional deu ampla cobertura a greve do dia de hoje, mostrando que ela teve ampla adesão em todo o país.

Anônimo disse...

O editor virou ventriloco do governo temerário do traíra ou da Rede Golpe de Televisão? Confunde "greve" com "protesto/manifestações"? Greve é quando os trabalhadores não vão ao serviço já protesto/manifestação é quando as pessoas se unem para protestar contra alguma coisa ou alguém. A greve pode ser precedida de protestos/manifestações, já o protesto pode ocorrer, independente de greve. Aqui no RS houve apenas greve.Já em outros estados da federação, como RJ, houve greve precedida de fortes protestos/manifestações, com queima de ônibus e confronto com a PM.

A prova provada que foi a maior greve de todos os tempos é que o comercio acusou a diminuição de vendas, nesta sexta-feira de 70%, conforme noticiado pela imprensa ao final da tarde.

Anônimo disse...

Operação Mídia contra a greve que parou o País: Brasil 247. "O que os chamados 'jornalistas influentes', que na verdade são porta-vozes oficiais, dizem é que o governo avaliava que a mobilização seria muito maior e que não existiu uma Greve Geral. A cobertura da mídia tenta transformar a paralisação das atividades nas grandes cidades em atos isolados de uma minoria, de caráter político, de constrangimento e imposição do medo à maioria da população", diz o colunista Igor Felippe Santos; "O problema é que a experiência vivida por milhões de brasileiros neste 28 de abril vale mais que manchetes e minutos no Jornal Nacional, que não terão êxito nessa cruzada para esconder que a Greve Geral foi um sucesso e que as pessoas comuns se colocam em movimento contra a retirada de direitos".

Anônimo disse...

Quem lê este post têm ideia do tipo de jornalismo que pratica o editor. Chama seus leitores de alienados. Quem esteve no centro de Porto Alegre e em outros bairros também, enxergou as ruas completamente desertas. Não precisou acreditar em Zero Hora ou Correio, bastava ter ido lá. Em Canoas também foi assim. As agências internacionais, até aquelas que caracterizaram a greve como política e obliquamente a criticaram, admitiram o seu sucesso. Talvez Lula tenha ganho pontos hoje. Independente disto, quem ganhou foi o povo brasileiro, aqueles que gostam e os que não gostam do PT mas que não concordam com uma reforma previdenciária injusta que pretende transformar o Brasil em uma China.

Anônimo disse...


O Serraglio ainda está como Ministro da Justiça??

Serraglio ganhou muita propina com nossas criancinhas comendo bifinhos de carne vermelha podre.

É a raposa cuidando do galinheiro!!!

FORA SERRAGLIO. O POVO É TUA VÍTIMA.

QUANTOS CÂNCERES FORAM CAUSADOS PELA CARNE PODRE??

JORGE LOEFFLER .'. disse...

Não ocorreu greve Políbio embora quase todos assim digam. Ocorreu sim um DIA DE PROTESTO contra esse atentado que aquele velho ridículo, aquele que tem a seu lado uma cuidadora de idoso está tentado aplicar nos que trabalham e querem aposentar-se ainda vivos. Faz poucos dias o senhor Jair Soares que reputo um cidadão dos mais dignos que conheci disse e provou no programa do Paulo Sergio Pinto na TV Pampa que as afirmações feitas por esse desgoverno sobre a situação da Presidência são totalmente infundadas.

Anônimo disse...

Políbio! A Fiesp virou central sindical? Essa sua pérola é imbatível.

Anônimo disse...

INDUSTRIAS PARARAM SIM, VELHO MENTIROSO!!!!!

Unknown disse...

RESUMINDO - A GREVE TEVE DUAS MOTIVAÇÕES:
*COMBATER AS REFORMAS DA PREVIDÊNCIA E TRABALHISTA;
*APOIAR AS REFORMAS DO TRIPLEX E DO SÍTIO DE ATIBAIA!!!

Anônimo disse...

Não sei porque tanto ódio do presidente Temer. Quando foi para eleger a ex presidenta Dilma, o PT se agarrou de unhas e dentes nele porque sabiam que só com os votos do PT, nem Lula, nem Dilma não conseguiriam se eleger. Isso é fato e o país inteiro sabe disso. Agora que caíram por incompetência, não aceitam? Temer também ganhou 54 milhões de votos. Se Dilma não conseguiu governar o país, a culpa não é do Temer é somente dela. Aceitar essa realidade é obrigação de todos que deram seus votos a eles.

Anônimo disse...

Não foi greve geral, foi sim protestos dos pelegos vermelhos comunistas da CUT e MST que não trabalha e vive de verba do trabalhador e do governo. Protesto de gente trabalhadora é no domingo, como os inúmeras que fizemos para afastar de vez a corrupta e incompetente Dilmandioca.

Tucano do Sul disse...

Já teria perdido grande parte pelo feriadão. Estava no plano dos petralhas essa coincidência.

Anônimo disse...

Quem compra carne podre não conhece carne. Se ainda cozinha a dita cuja, é sequelado no cérebro.

Anônimo disse...

Ainda sem receber do governo Temer, NY Times e Le Monde falam em “greve geral histórica”, enquanto manchetes locais confirmam conluio denunciado por jornalistas.
“Greve geral histórica”, diz o francês Le Monde, enquanto a Folha de S. Paulo destaca violência sem mostrar a repressão da PM, nem as montadoras de São Bernardo que pararam completamente

“Brasil travado por greve geral contra medidas de austeridade”, destacou o New York Times

E, afinal, a denúncia do jornalista Igor Felippe de que houve um conluio entre a mídia corporativa e o governo Temer em defesa das reformas e, portanto, contra a greve geral, se confirmou.

Basta comparar as manchetes de jornais estrangeiros com as dos brasileiros, que trataram, com raríssimas exceções, de criminalizar a greve com o uso de palavras e imagens.

No início da tarde da sexta-feira, em seu Facebook, o jornalista Rodrigo Ratier já havia denunciado:

Recebi de um colega o seguinte relato. Na redação da TV Globo São Paulo, na preparação do telejornal vespertino, um editor se dirigiu aos berros à equipe, dizendo estar vetado o uso da palavra “greve geral”. Ordens superiores. A instrução, repassada por mensagem da direção ao editor, é para nomear de “protesto” de “sindicalistas e manifestantes”. Foco na baderna, pede a mensagem lida de um celular. O clima na redação é de revolta e consternação. Acabei de ver a escalada do Jornal Hoje. O termo greve não aparece. As chamadas foram exclusivamente sobre “milhões” de pessoas impedidas de chegar ao trabalho, brigas de sindicalista com passageiros com aeroporto, bloqueio em estrada, bloco de concreto “pondo trem em risco”. ATUALIZAÇÕES (28/04, 23h16): 1 — ao longo do dia, obtive a confirmação de mais uma fonte presente na redação. A cena relatada é idêntica 2 — O SPTV em sua edição noturna falou em greve geral. 3 — O JN também falou em greve (após ignorar o tema na edição de 5a feira), sinalizando uma inflexão na orientação da manhã.

Mais tarde, Igor Felippe acrescentou:

A cobertura da mídia tenta transformar a paralisação das atividades nas grandes cidades em atos isolados de uma minoria, de caráter político, de constrangimento e imposição do medo à maioria da população. A cobertura abusa de imagens de helicópteros de pequenos grupos em piquetes e trancamentos de ruas, avenidas e rodovias. Assim, as TVs tentam convencer seus públicos que a mobilização não passa de ações isoladas, escondendo que o sistema de transporte público (ônibus, metrô, trens), bancos, escolas, fábricas, centros comerciais, serviços públicos (como os Correios) não funcionaram e que os trabalhadores ficaram em casa.