sábado, 15 de abril de 2017

Mais de 20 pessoas ligadas ao RS têm inquéritos encaminhados pelo STF a outras instâncias

Nesta reportagem, o portal G1 conta que além da abertura de inquéritos autorizados pelo ministro Edson Fachin, foi determinado o envio de informações das delações para instâncias inferiores.

Conheça cada caso:

Além da abertura de inquéritos autorizados pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), foi determinado ainda o envio para instâncias inferiores das informações contidas nas delações de ex-executivos da Odebrecht sobre mais de 200 pessoas que não têm foro privilegiado. Destas, mais de 20 são gaúchas ou têm ligação com o Rio Grande do Sul (confira abaixo as suspeitas que pesam sobre elas).

Cinco políticos ligados ao estado já tiveram a abertura de inquérito autorizada pelo STF: o chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, e os deputados Maria do Rosário (PT), Marco Maia (PT), Onix Lorenzoni (DEM) e Yeda Crusius (PSDB).

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8 comentários:

Anônimo disse...

Nenhuma manifestação do editor sobre a participação da safada de sua protegida na corrupção da Odebrecht? Quando é que vai sair o Cabo de Guerra II, o retorno?

elias disse...

9:09

Assim que a petralhada for presa e o pt(partido do trambique ) for extinto.

Anônimo disse...


No meu ponto de vista o livro Cabo de Guerra virou uma ficção. Todos jogam no mesmo time da corrupção. A briga deles é ver com quem fica no poder e dá as cartas do jogo.

Anônimo disse...

Até tu, Brutus, digo Onyx?

Anônimo disse...

E eu que jurava que o único envolvimento da Yeda era as falcatriuas do Detran

Anônimo disse...

Acho que com essa o Livro do editor, nem de graça. Bota no lixo, teus protegidos já eram.

Anônimo disse...

Como esperava a ODEBRECHT retorno dum "inimigo" (apelido na planilha), ao investir no Onyx?

ORA, esta empresa/quadrilha criminosa colocou dinheiro em todos os potenciais lideres de todas as regiões. BAHIA já é comandada por esta empresa desde os anos 70.

Anônimo disse...


Sempre desconfiem de quem larga R$33 mil para ganhar menos em um cargo de maior responsabilidade e em situação caótica...