quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

MPF descarta manobra de Lula pela absolvição de Marisa Letícia

A defesa de Lula queria usar o cadáver de Marisa Letícia para beneficiar o próprio ex-presidente, já que pediu ao juiz Sérgio Moro a absolvição da petista nos processos em que é ré, já que morreu. Por tabela, a absolvição acabaria beneficiando os demais réus da ação.

O Ministério Público Federal percebeu a manobra e pediu ao juiz Sérgio Moro que apenas declare a extinção da punibilidade de Marisa Leticia na ação que envolve o triplex do Guarujá.

É que a ação contra a mulher de Lula perdeu o objeto e por isto deve ser apenas extinta.


18 comentários:

Anônimo disse...

Dizem as boas linguas que a marisca era a rolha da garrafa ou tampão do Litrão e que era ela que impedia o cachaceiro de mergulhar até o pescoço no alcoolismo, que, por sinal, já está em estado avançado. Essa doença é física, mental e emocional. Destrói o corpo físico, destrói a mente diminuindo a capacidade de processamento do cérebro e emocional transformando seu portador no pior dos psicopatas.

Anônimo disse...

Jogada típica do mau caráter, que segundo o Brizola, pisaria no pescoço da mãe se fosse preciso.

Anônimo disse...

por favor , alguém pode esconder as rolhas das garrafas?

Anônimo disse...

Marisa Panela causando depois de morta hein, quem diria!

Anônimo disse...

Com base no artigo 397, inciso IV, do Código de Processo Penal, o juiz pode absolver "sumáriamente", quem vier a falecer durante a instrução do Processo.

Anônimo disse...

nossa "justissa", tiraram o sarney do moro e colocaram no STFzinho....piada, e o editor não comenta nada, chapabranquismopuro.....e os paneleiros com o famoso nariz de palhaço...e o patinho da fiesp, cadê esses homens "onestos"????

Anônimo disse...

PSDB quer ressuscitar adesão de parentes de políticos à repatriação

22/02/2017 - Brasil 247

A bancada tucana no Senado quer pretende ressuscitar a permissão para parentes e cônjuges de políticos com mandato aderirem ao programa de repatriação re recursos irregulares no exterior; após forte reação negativa da opinião pública, a Câmara retirou da proposta, na semana passada, essa autorização; líder tucano no Senado, Paulo Bauer (SC), um dos defensores da ideia, diz que parentes de políticos não podem ser julgados antecipadamente como criminosos...

PS: Pertinho do Carnaval?

Anônimo disse...

Por pouco o funeral da terceira dama não foi igual ao de Marx.Se o governo não tivesse patrocinado os nobres narcoparlamentares para fazerem o papel de rezadeiras no velório,não teria mais que dez pessoas,contando o defunto também.O vagabundo,em permanente estado de embriagues,delira e luta para manter em evidencia o seu nome até no seu próprio curral.Agora quer pegar uma carona no destino do processo e acredita que ainda funcionam suas maracutaias,mas sabe que para escapar das garras da justiça,terá que cair para dentro dum caixão,porque morto elle já está.

Anônimo disse...

POLIBIO, teu blog virou extensão do sitio 247?

Anônimo disse...

Corretíssimo. Não se pode absolver quem se estivesse viva seria condenada. O máximo é extinguir o processo em razão da morte, agora absolver seria intolerável com as robustas provas dos autos.

Anônimo disse...

247 zeroooooo % de credibilidade. Falavam bem e apoiavam desgovernos corruptos de Lula é Dilma.

Anônimo disse...

Contudo não há razão alguma para absolver a falecida, afinal inúmeras provas nos autos indicam a culpabilidade dela. O correto é a extinção do processo sem julgamento do mérito em razão da morte dela. Ninguém mais vai nas armadilhas dos esquerdopatas.

Anônimo disse...

Construção afunda e prova que Meirelles mente ao dizer que recessão acabou:

22/08/2017 - Brasil 247

Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou nesta quarta-feira, 22, que a confiança da construção do Brasil caiu em fevereiro diante da percepção de piora da situação atual, após atingir o patamar mais alto desde meados de 2015 em janeiro; com queda de 0,1 ponto, o Índice de Confiança da Construção (ICST) do Brasil foi 74,4 pontos em fevereiro...

Anônimo disse...

Nassif: hipocrisia nacional não resiste à luz do sol:

22/02/2017 - Brasil 247

"O jogo do PGR e da mídia é fundamentalmente hipócrita. Mas não há hipocrisia que resista à luz do sol. A cada dia que passa, mais nítido fica a parcialidade da mídia e de Janot. A recuperação de parte da popularidade de Lula é a prova mais significativa. Com as revelações da Odebrecht, o leão se contentará apenas com a carne de petistas ou irá querer carne nova?", diz o jornalista Luis Nassif; "Na bomba Odebrecht, o sistema Globo e os jornalões certamente focalizarão preferencialmente no PT e no PMDB. Mas não haverá como esconder os malfeitos dos tucanos".....

Anônimo disse...
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Anônimo disse...

Orgulho de ser coxinha esclarecido. Nós estamos mudando este país, resgatando a dignidade. Enquadrando a ORCRIM é os desgovernos corruptos de Lula é Dilma. Dia 26/03 - domingo, povo trabalhador e pagador de impostos, todos na rua em prol da Lava Jato e contra a ORCRIM é os esquerdopatas.

Anônimo disse...

Será que vai aparecer alguma matrícula de imóvel em nome da falecida?

Anônimo disse...

“Falação castigada”, o novo bloco da Lava Jato:

22/02/2017 O Tijolaço

Hoje, a coluna Painel, da Folha, traz uma intrigante nota:

As perguntas encaminhadas por Eduardo Cunha a Michel Temer podem se voltar contra o ex-deputado. O Ministério Público acendeu o alerta sobre o teor dos questionamentos e entende que, se for caracterizado algum tipo de pressão, pode vir a usá-los como argumento de que Cunha ainda tenta influenciar a investigação da Lava Jato e não deve ser solto. A tese encontra eco em parte do STF que não tem intenção de libertar o peemedebista quando seu habeas corpus chegar ao tribunal.

O juiz Sérgio Moro fez escola.

Não é mais apenas ele que “não admite” que Cunha fale qualquer coisa que possa parecer uma “prensa” sobre seu cúmplice (ao menos, político) que enverga a faixa presidencial.

Antes, com Lula e Dilma, o “algum tipo de pressão” era deixar o desgraçado preso até fazer alguma confissão que os tentasse atingir.

Agora, é deixar o desgraçado preso se ele falar alguma coisa que atinja Sua Usurpência.

Que poder teria Eduardo Cunha, sem mandato e sem poder, para pressionar o Presidente da República?

Mas parece que chegaram novos foliões ao bloco da Falação Castigada neste Carnaval, que desfila com o enredo “Não Bole com o Mordomo” e suas fantasias de capas pretas esvoaçantes.