Governo não cede e campanha "gente boa também mata" continuará sendo vinculada. É o correto.

A polêmica e necessária campanha “Gente boa também mata” terá banners e postagens em redes sociais substituídos, tudo porque o governo sensibilizou-se com críticas atrasadas feitas nas redes sociais. 

Lançada no final de 2016 pela Secretaria Especial de Comunicação da Presidência da República (Secom), a campanha tenta mostrar que mesmo pessoas boas, que contribuem para a comunidade e que se destacam com ações solidárias, podem causar acidentes fatais no trânsito. O que é verdade.

O governo gaúcho tem publicado campanhas bem mais duras e todas as ações realizada na área, sobretudo por parte de entidades civis, reduziram drasticamente os acidentes de trânsito. 

A Secom defendeu publicamente a campanha ontem, quando. Por meio de nota, afirmou:

-  O objetivo do governo é chamar a atenção para atitudes que até mesmo pessoas comuns podem ter ao volante, sem avaliar as consequências”. Segundo a secretaria, “o alerta que se faz é que não apenas o motorista estereotipado como ‘inconsequente’ provoca acidente”. “Mesmo que involuntariamente, qualquer cidadão pode causar acidentes graves e até mortes no trânsito com pequenas atitudes, como mandar um Whatsapp enquanto conduz, desviar a atenção das ruas ao trocar a música no rádio ou fazer uma ultrapassagem em locais de risco, sem visibilidade ou em trecho com faixa continua.

A maior polêmica criada em torno das propagandas, sobretudo pela ambiguidade no texto, foi com o banner “quem resgata animais na rua pode matar”.